O mal de Alzheimer ainda é um dos maiores desafios da medicina moderna, já que pouco se sabe ainda sobre a doença. Por isso, ainda não foi descoberta uma cura e seus sintomas, que vão se tornando cada vez mais severos, afetam não só o paciente, mas todos os que o acompanham. Entre as principais desordens ocasionadas pelo Alzheimer a deficiência na nutrição do idoso é uma das mais complicadas, pois há interferência na mastigação e deglutição, no deslocamento para o preparo das refeições e, além disto, os idosos tornam-se mais distraídos e lentos durante as refeições. Todas essas novas condições podem fazer com que o desequilíbrio nutricional acarrete perda de peso e déficit nutricional. Veja abaixo algumas orientações importantes para quem cuida de pacientes com Doença de Alzheimer podem favorecer a ingestão dos portadores desse mal no momento das refeições:
Não há um método preventivo comprovado cientificamente para o mal de Alzheimer, mas manter o cérebro sempre ativo pode retardar o processo, impedindo ou pelo menos atrasando o agravamento dos sintomas. Por isso, manter o interesse por novos assuntos, exercitando o cérebro, lendo livros e revistas, fazendo palavras-cruzadas e praticando jogos como xadrez ou cartas pode evitar as complicações desses males. Algumas pesquisas também relacionam a menor incidência do mal de Alzheimer com a ingestão de alimentos ricos em ômega-3, como sardinha, salmão, azeite de oliva, óleo de canola, nozes, uva e brócolis. Embora ainda não totalmente comprovada, a prática pode ser perfeitamente introduzida aos hábitos de vida das pessoas, favorecendo a saúde em outros aspectos. Via Saúde Plena http://www.divirta-se.uai.com.br/ |
Mostrando postagens com marcador ALZHEIMER. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ALZHEIMER. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Alzheimer exige cuidados especiais para alimentação
Postado por
ORACY
às
15:00
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
ALIMENTAÇÃO,
ALZHEIMER
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Estudo: cérebro encolhe 10 anos antes de manifestar Alzheimer
Algumas partes do cérebro afetadas pelo Alzheimer começariam a encolher 10 anos antes que esta doença degenerativa incurável possa ser diagnosticada, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira nos Estados Unidos.
Embora se tratem ainda de resultados preliminares, os pesquisadores consideram que esta descoberta poderia um dia permitir, com ajuda da ressonância magnética, determinar quais são as pessoas que apresentam maior risco de desenvolver ta doença, às vezes hereditária.
Para a pesquisa, os médicos mediram com ressonâncias as zonas cerebrais geralmente afetadas pelo mal de Alzheimer de 64 pessoas sãs, sem problemas de memória ou outros sintomas de demência. Os especialistas acompanharam os pacientes por um período de entre sete e 11 anos.
Eles constataram que os sujeitos com menor espessura do córtex - substância cinza onde ficam os neurônios, essenciais às funções cognitivas, sensoriais e motoras - tinham grandes chances de contrair a doença, em comparação aos outros que possuíam as mesmas partes cerebrais mais espessas.
Assim, no grupo de 11 participantes que tinham as zonas cerebrais estudadas mais modestas, 55% desenvolveram o mal de Alzheimer. Por outro lado, nenhum paciente do grupo de nove pessoas com os maiores tamanhos dessas mesmas partes do cérebro sofreu com Alzheimer, destacaram os pesquisadores, cujo trabalho foi publicado na Revista Neurology, uma publicação da Academia Americana de Neurologia.
No grupo dos indivíduos com um tamanho médio dessas regiões cerebrais, 20% contraiu o mal. "Esses dados são um indicador potencialmente importante das primeiras mudanças relacionadas ao Alzheimer. Elas poderiam ajudar a prever quais são as pessoas com maior risco de sofrer desta doença e talvez também determinar quando o mal vai se manifestar", explica o Dr. Bradford Dickerson da faculdade de medicina de Harvard.
Via http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5074877-EI8147,00.html
Embora se tratem ainda de resultados preliminares, os pesquisadores consideram que esta descoberta poderia um dia permitir, com ajuda da ressonância magnética, determinar quais são as pessoas que apresentam maior risco de desenvolver ta doença, às vezes hereditária.
Para a pesquisa, os médicos mediram com ressonâncias as zonas cerebrais geralmente afetadas pelo mal de Alzheimer de 64 pessoas sãs, sem problemas de memória ou outros sintomas de demência. Os especialistas acompanharam os pacientes por um período de entre sete e 11 anos.
Eles constataram que os sujeitos com menor espessura do córtex - substância cinza onde ficam os neurônios, essenciais às funções cognitivas, sensoriais e motoras - tinham grandes chances de contrair a doença, em comparação aos outros que possuíam as mesmas partes cerebrais mais espessas.
Assim, no grupo de 11 participantes que tinham as zonas cerebrais estudadas mais modestas, 55% desenvolveram o mal de Alzheimer. Por outro lado, nenhum paciente do grupo de nove pessoas com os maiores tamanhos dessas mesmas partes do cérebro sofreu com Alzheimer, destacaram os pesquisadores, cujo trabalho foi publicado na Revista Neurology, uma publicação da Academia Americana de Neurologia.
No grupo dos indivíduos com um tamanho médio dessas regiões cerebrais, 20% contraiu o mal. "Esses dados são um indicador potencialmente importante das primeiras mudanças relacionadas ao Alzheimer. Elas poderiam ajudar a prever quais são as pessoas com maior risco de sofrer desta doença e talvez também determinar quando o mal vai se manifestar", explica o Dr. Bradford Dickerson da faculdade de medicina de Harvard.
Via http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5074877-EI8147,00.html
Assinar:
Postagens (Atom)

