segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Zé Carioca e Pato Donald, criação original, década de 1950
Mesmo com poucos recursos a perfeição é incontestável neste filme de 1950, onde o Pato Donald é apresentado ao recém criado Zé Carioca e às atrações do Rio de Janeiro.
Veja que esta raridade foi criada na década de 50 e na munheca, sem uso de computadores.
É uma obra prima.
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ORACY
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08:33
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PERFORMANCE
Voyeurs, por Teresa Santos
Eles não estão em uma cadeira de rodas e com uma perna
quebrada igual ao James Stewart, no filme Janela
Indiscreta.
Também não usam binóculos ou lunetas
possantes.
No entanto, semelhante à personagem do
filme, gostam de assumir o papel de voyeurs..
Os olhos são a sua câmera fotográfica.Gostam de ficar
na surdina. Na sombra.
Pacientemente visitam sites, alguns não muito
recomendáveis, e se deliciam com o que vêem.
Solitários, adoram vasculhar a intimidade das pessoas
e com a vinda do Facebook foi a "salvação da lavoura", conforme costumo
dizer.
Às vezes curtem uma coisinha aqui ou acolá. Outras
soltam um comentário sempre carregado de uma certa arrogância, descaso
ou inconviência. Dificilmente são engraçados. E muitas vezes são
amargos e tristes.
Quando estão, no entanto, diante da telinha é como se
o mundo lhes pertencesse. Creio que sintam até um certo e
bom tesão.
Criam páginas fictícias, por exemplo, somente para
sentir a onipotência em acompanhar quem não os quer.
Não passam pela suas cabeças que algumas pessoas
percebam suas atitudes.Talvez porque subestimem a inteligência alheia.
E nós que percebemos - e que gostamos de mostrar a
cara - indagamos por que as pessoas fazem isso. Por que se escondem?
Por que criam algo que não existe? Por que adultos se prestam a um papel
destes?
Não saberia responder. Embora tente.
.
A palavra vem do francês que significa
"ver" e em português o "voyeurismo" seria escopofilia aquele que presencia a
distancia e secretamente.
Muitos "voyeurs" canalizam
sua parafilia através da Internet, onde são numerosos os sites em que se
colocam câmeras supostamente indiscretas. Os "voyeurs" saciam assim suas
fantasias e desejos, "sem infringir" a lei.
Olhar e fantasiar é saudável e natural,
mas quando existe um comportamento doentio e sofrimento emocional envolvido
ou seja, o voyeur sofre por se sentir escravo desse prazer, é preciso
procurar ajuda de psicólogos.
Teresa Santos, 61 anos,
paulistana. Aposentada, mas na ativa. Formada em Letras pela Universidade
São Paulo. Gosta de estudar idiomas, de viajar, de ler e de
observar o mundo. Considera o ser humano a melhor personagem para seus
escritos. É grata à vida e se considera uma pessoa
feliz.
Postado por
ORACY
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08:26
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TERESA SANTOS
domingo, 5 de agosto de 2012
Cartas do meu tempo - Um parto - dando à luz liberdade
“Durou pouco mais de dez dias as resoluções do Conselho Regional de
Medicina do Rio de Janeiro(Cremerj), que proibiam médicos de fazerem
parto em casa e vetava a participação de parteiras e doulas
(acompanhantes de gestantes) nos procedimentos em hospitais. Nesta
segunda-feira, a 2ª Vara Federal do Rio de Janeiro suspendeu ambas as
determinações, acatando a ação civil pública ajuizada na sexta-feira
pelo Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ).”
[texto de Pollyanne Lima e Silva, para a Veja on line, Rio de Janeiro]
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as resoluções eram válidas apenas no âmbito do Rio de Janeiro, como se pode confirmar no trecho da reportagem, acima. Apesar disso, o tema foi discutido amplamente, principalmente em redes sociais e muito mais naqueles perfis e páginas que se configuram em defesa da liberdade feminina com relação ao próprio corpo. Até porque, hoje, poucas coisas acabam ficando ‘localizadas’, tendo em vista a abrangência da mídia e a forma como a internet nos torna rapidamente tão próximos de tudo e de todos. De qualquer forma, é um assunto que merece mesmo um olhar mais demorado, atento. E por que não? Fala-se sobre tudo e todos e há coisas que devem sair do corriqueiro para tomar seu lugar em nossas mentes, como se pudéssemos agora
nos sentar em uma mesa e conversarmos a respeito, refletindo juntos. Principalmente as mulheres.
É bem verdade que existem, sim, riscos rondando um parto natural [eles sempre existiram, veja-se, lembre-se, o grande número de mulheres que já pereceram ao dar à luz]. Há também que se considerarem os riscos que rondam os nossos hospitais, sejam da rede pública ou mesmo privada. Além de tudo isso, e eu diria até principalmente, há a questão cultural, a base de formação de cada um e, um ponto essencial, crucial mesmo: a vontade soberana da mulher em relação ao que ela vivencia durante todo o período em que está engendrando em seu corpo, o filho.
A vontade da mãe é soberana, sim. É preciso que se respeite muito isso, porque aliena a possibilidade de uma pessoa saber o que é melhor para si e para seu filho – logicamente com o acompanhamento necessário durante todo o pré-natal, isso não se discute.
O momento maternidade de uma mulher lhe é sagrado [salvo raras exceções, porque sei bem que elas existem, claro] e deve acontecer em um processo de máxima paz possível, em um estado de alma repleto de positividade. Portanto, que ela escolha seu modo de entregar seu rebento ao mundo com o auxílio daqueles que lhes são próximos e jamais sofra pressões que correspondam ao que é de interesse de um grupo.
O que mexe muito comigo, e cada vez mais, é a desfaçatez com que se tem tratado “coisas de mulher”, no que me parece ser um retrocesso imenso do ponto de vista social. Tanto já foi obtido e, de repente, parecem ruir algumas boas e [acreditava-se] firmes construções. No
assunto em questão, mais uma vez reflete-se uma preocupação com o lucro fácil de cirurgias muitas vezes desnecessárias para que venha alguém ao mundo – o que, é sabido, levou, nas últimas décadas, milhões de mulheres a optarem pelas cesarianas, prática bastante comum em nosso país. Porque sempre há algum interesse obscuro [ou nem tanto] por trás de tudo o que se tenta instituir por aqui. O bom é que, hoje, essas coisas funcionam como aquele antigo jogo dos palitos: alguém mexe em um e...quando não faz direito...mexe com todos!
Foto: Veja.abril online
Aglaé Gil, de Curitiba – com formação em revisão e produção de textos; pesquisadora de História e Literatura; aprendiz de viver; poeta;mãe; cidadã. [não necessariamente nessa ordem]
[texto de Pollyanne Lima e Silva, para a Veja on line, Rio de Janeiro]
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, as resoluções eram válidas apenas no âmbito do Rio de Janeiro, como se pode confirmar no trecho da reportagem, acima. Apesar disso, o tema foi discutido amplamente, principalmente em redes sociais e muito mais naqueles perfis e páginas que se configuram em defesa da liberdade feminina com relação ao próprio corpo. Até porque, hoje, poucas coisas acabam ficando ‘localizadas’, tendo em vista a abrangência da mídia e a forma como a internet nos torna rapidamente tão próximos de tudo e de todos. De qualquer forma, é um assunto que merece mesmo um olhar mais demorado, atento. E por que não? Fala-se sobre tudo e todos e há coisas que devem sair do corriqueiro para tomar seu lugar em nossas mentes, como se pudéssemos agora
nos sentar em uma mesa e conversarmos a respeito, refletindo juntos. Principalmente as mulheres.
É bem verdade que existem, sim, riscos rondando um parto natural [eles sempre existiram, veja-se, lembre-se, o grande número de mulheres que já pereceram ao dar à luz]. Há também que se considerarem os riscos que rondam os nossos hospitais, sejam da rede pública ou mesmo privada. Além de tudo isso, e eu diria até principalmente, há a questão cultural, a base de formação de cada um e, um ponto essencial, crucial mesmo: a vontade soberana da mulher em relação ao que ela vivencia durante todo o período em que está engendrando em seu corpo, o filho.
A vontade da mãe é soberana, sim. É preciso que se respeite muito isso, porque aliena a possibilidade de uma pessoa saber o que é melhor para si e para seu filho – logicamente com o acompanhamento necessário durante todo o pré-natal, isso não se discute.
O momento maternidade de uma mulher lhe é sagrado [salvo raras exceções, porque sei bem que elas existem, claro] e deve acontecer em um processo de máxima paz possível, em um estado de alma repleto de positividade. Portanto, que ela escolha seu modo de entregar seu rebento ao mundo com o auxílio daqueles que lhes são próximos e jamais sofra pressões que correspondam ao que é de interesse de um grupo.
O que mexe muito comigo, e cada vez mais, é a desfaçatez com que se tem tratado “coisas de mulher”, no que me parece ser um retrocesso imenso do ponto de vista social. Tanto já foi obtido e, de repente, parecem ruir algumas boas e [acreditava-se] firmes construções. No
assunto em questão, mais uma vez reflete-se uma preocupação com o lucro fácil de cirurgias muitas vezes desnecessárias para que venha alguém ao mundo – o que, é sabido, levou, nas últimas décadas, milhões de mulheres a optarem pelas cesarianas, prática bastante comum em nosso país. Porque sempre há algum interesse obscuro [ou nem tanto] por trás de tudo o que se tenta instituir por aqui. O bom é que, hoje, essas coisas funcionam como aquele antigo jogo dos palitos: alguém mexe em um e...quando não faz direito...mexe com todos!
Foto: Veja.abril online
Aglaé Gil, de Curitiba – com formação em revisão e produção de textos; pesquisadora de História e Literatura; aprendiz de viver; poeta;mãe; cidadã. [não necessariamente nessa ordem]
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Carros antigos
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Ataque de águias derruba russo que voava de paraglider no Himalaia
Voar há 600m de altura guiado por aves de rapina pela paisagem do Himalaia é uma experiência única. Parahawking é uma combinação entre falcoaria (arte de treinar falcões) e paragliding, onde os pássaros são treinados para guiar os piloto até as correntes de vento termais e melhores condições de vôo. Assim como os pássaros, os pilotos usam as termais, correntes de vento quente que impulsionam o paraglider para cima e permitem que o piloto fique horas voando. Como recompensa por achar as as termais, o piloto assopra um apito para chamar o pássaro que pousa na luva e é alimentado há 600m de altura. O Parahawking foi inventado pelo treinador de falcões inglês Scott Mason em 2001 e existe exclusivamente em Pokara, no Nepal. Existem três categories de vôo: solo, para pilotos que querem ter o gostinho de voar através dos olhos dos pássaros; duplo, para amadores acompanhados por um piloto experiênte; e duplo infantil, para crianças maiores de 5 anos.
Os pássaros treinados para o Parahawking (urubu egípcio, águias e kites), são filhotes órfãos ou pássaros machucados resgatados, todos incapazes de sobreviver na natureza. Essas aves ficam abrigadas no "Himalayan Raptor Centre" no vilarejo Maya Devi, parte do dinheiro dos vôos vai para centro. Além de um esporte, o Parahawking ajuda a preservar as aves de rapina na região do Himalaia.
O russo Vladimir Tsarkov escapou da morte após ser atacado por duas águias quando voava de paraglider sobre o Himalaia, na Índia.
O ataque foi gravado pela câmera que estava em seu capacete e publicado online; assista.
As aves, comuns na região, apareceram subitamente à frente do russo. Uma delas voou por baixo dele, e a outra se chocou contra o paraglider e ficou presa nos cabos do aparelho, provocando sua queda.
Sem controle, o russo teve de acionar o paraquedas de emergência para amenizar o tombo.
Após cair e se recuperar, ele ainda conseguiu ajudar a soltar a águia presa. A ave alçou voo, aparentemente sem ferimento.
Águias voam na direção do paraglider de Vladimir Tsarkov (Foto: Reprodução de vídeo)Águias voam na direção do paraglider de Vladimir Tsarkov (Foto: Reprodução de vídeo)
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quarta-feira, 1 de agosto de 2012
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