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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Fotos da cidade de São Paulo, Antiga


Trânsito carregado é algo recente em São Paulo? Congestionamento caótico no Vale do Anhangabaú em 1969/1970, mostra que o problema do trânsito na capital paulista é crônico e antigo. Fotografia tirada de cima do Viaduto Santa Ifigênia.
 
 
 
 
A famosa "porteira do Brás" que por décadas foi conhecida por atrasar o progresso do bairro e da Avenida Rangel Pestana, foi substituída por um viaduto. Fotografia de Ivo Justino - 1950
 
 

 
 
O outro sentido da Avenida Rangel Pestana (centro-bairro) onde está a porteira do Brás, em um momento em que está aberta para o tráfego de veículos e pedestres. Ao fundo a Estação Roosevelt (atual Brás), 1950 - Crédito: Ivo Justino
 
 
 
 
Estação do Norte (depois renomeada para Roosevelt e atualmente Estação Brás) na década de 30. Foto: Sebastião de Assis Ferreira
 
 
 
 
Rua Augusta sempre agitada! Movimentação de pessoas e veículos na rua Augusta nos primeiros anos da década de 70.
 
 
 
 
Avenida Paulista em 1976. Detalhe para as obras de construção dos futuros edifícios do Banco Real e do Banco de Tokyo S/A.
 
 
 
 
Trincheira de paralelepípedos em rua paulistana durante os intensos combates da Revolução de 1924.
 
 
 
 
Tropas legalistas chegam à região central e ocupam a Várzea do Carmo em 1924. Ao fundo, o Palácio das Indústrias. Pouco explorada e divulgada, a Revolução de 1924 foi o maior combate armado que já ocorreu na capital paulista. Os danos, as mortes e a destruição causadas pelo combate deixaram a cidade repleta de ruínas.
 
 
 
 
 
Uma imagem do que a Cidade de São Paulo perdeu: esta fotografia de 1926  mostra o fabuloso teatro do Palacete Santa Helena, na Praça da Sé, um dos grandes marcos arquitetônicos da capital e que foi demolida por completo em 23 de outubro de 1971, após 117 dias de marretadas. Fonte: L'Illustrazione Italiana N.29 - 18/07/1926
 
 
 
 
Vista aérea da região central da Cidade de São Paulo em 1939. Ao centro, o Ed. Martinelli e, mais abaixo, o Mosteiro de São Bento.
 
 
 
 
A Nova York da América do Sul, é o que dizia o postal de Guilherme Gaensly, ao mostrar a construção do fabuloso Prédio Martinelli, o primeiro arranha-céu do Brasil.
 
 
 
 
 
1960 - Pedestres e veículos disputam o concorrido espaço da Rua Conselheiro Crispiniano. Anos depois, a rua deixaria de receber automóveis e seria transformada em um calçadão. Crédito: Marvine Howe / Associated Press
 
 
 
 
Ford estacionado na Praça da Sé em 1938. No fundo, destaque para o Edifício Rolim. Crédito: Benedito J. Duarte
 
 
 
 
Quem não conhece a famosa manteiga distribuida em lata, da Aviação? Fundada em 1920, é uma das marcas mais conhecidas do país. Na fotografia, a frota de veículos de distribuição da Manteiga Aviação em 1946.
 
 
 
 
O Viaduto Boa Vista, sobre a Ladeira General Carneiro, que completou 80 anos.
 
 
 
 
 
Vista da Igreja de Santa Ifigênia e da Estação da Luz (mais ao fundo) em fotografia tirada no terraço do Edifício Paysandu, então recém inaugurado. Hoje, devido aos novos edifícios, é impossível repetir esta mesma fotografia. Ano de 1937.
 
 
 
 
02/10/1960 - Inauguração do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o popular Morumbi, com a partida entre o São Paulo Futebol Clube e o Sporting de Portugal. Os donos da casa venceram por 1 a 0, com gol de Peixinho.
 
 
 
 
 
Um dos maiores símbolos arquitetônicos de São Paulo, o Edifício Altino Arantes - popular Prédio do Banespa -  65 anos de história.
 
 
 
 
Guarda de trânsito orienta veículos e pedestres na Praça do Patriarca com rua Líbero Badaró em 1928.
 
 
 
 
Rua Líbero Badaró em uma manhã de 1941.
 
 
 
 
 
Vista parcial da Rua Voluntários da Pátria no ano de 1973.
 
 
 
 
Vista parcial da Cidade de São Paulo em 1915.
 
 
 
 
Vista parcial de São Paulo, mostrando parcialmente o Vale do Anhangabaú e o Prédio Alexandre Mackenzie em 1937.
 
 
 
 
Posse do novo presidente da Província de São Paulo, Julio Prestes, no Palácio do Governo (atual Pátio do Colégio). 17/07/1927
 
 
 
 
Raríssima fotografia do Tramway da Cantareira trafegando pela região do Tremembé. (Crédito: Divulgação / Acervo São Paulo Antiga)
 
 
 
 
Acidente entre locomotiva do Tramway da Cantareira e ônibus coletivo na zona norte da Cidade de São Paulo, ano de 1944.
 
 
 
 
Rua da Penha (atual Avenida Penha de França) nos anos 40. Na década de 40, a então Rua da Penha tinha um comércio voltado ao turismo religioso. N. Sra. da Penha era reconhecida em toda a São Paulo como a padroeira da cidade
 
 
 
 
 
Palacete Rodovalho, na Penha, em 1905. A tradicional ladeira da Penha com o palacete do Coronel Rodovalho, demolido no início da década de 60. Ao fundo, do lado direito, a igreja de Nossa Senhora da Penha. Note que entre o palacete e o outro lado da foto há uma passarela sobre a colina. Para passar por esta passarela (que era particular) era preciso pagar um pequeno pedágio.
 
 
 
 
Antigo estádio da Portuguesa, no mesmo local onde hoje está o Estádio do Canindé. Por possui arquibancadas de madeira e ser praticamente ilhado pelo Rio Tietê à época, o estádio recebeu o apelido carinho de "Ilha da Madeira". Ao fundo é possível ver o restante do bairro, com destaque para a igreja de Santo Antônio do Pari. Fotografia de meados dos anos 60.
 
 
 
 
Panorâmica do Cambuci em 1925. Fotografia do primeiro estádio da Associação Portuguesa de Desportos, pouco depois de ser inaugurado. O estádio seria demolido no início da década de 30. Hoje há edifícios e uma grande avenida no local.
 
 
 
 
Capela de São Miguel Arcanjo (São Miguel Paulista) em meados da década de 30.
 
 
 
 
Ponte da Casa Verde em 1938
 
 
 
 
Vista do então recém inaugurado Colégio Evangélico, na Rua Visconde de Ouro Preto, Consolação. No local hoje existe um grande edifício. Obra do arquiteto José Rossi, 1920.
 
 
 
 
 
Bolívia? Peru? Nada disso! É o Jardim da Aclimação em 1920, onde uma das incríveis atrações daquele ano era um divertido passeio de charrete puxada por uma lhama.
 
 
 
 
Na fotografia de 1919, trecho do Cambuci onde seria aberta a futura avenida Independência, que seria batizada como Avenida D. Pedro I. Ao fundo, o Museu Paulista, da USP, popularmente conhecido como Museu do Ipiranga.
 
 
 
 
Praça João Mendes em 1914, ao fundo nota-se a igreja, já demolida, de N.S. dos Remédios.
 
 
 
 
 
Operários trabalham em obra de construção do Viaduto Santa Ifigênia em 1910
 
 
 
 
Demonstração de atletismo da Força Pública em 1929 nas proximidades do Viaduto Santa Ifigênia.
 
 
 
 
Praça da República - antiga Escola Normal em 1914
 
 
 
 
Praça da República em 1933
 
 
Esplanada do Trianon - Início do século 20.Uma vista da Avenida Paulista muito antes dos edifícios, do trânsito e do MASP.
 
 
 
 
 
Bonde na Av. São João
 
 
 

Vale do Anhangabau servindo de estacionamento de veículos, final dos anos 40.
 
 
 
Largo do Socorro em 1936
 
 
 
Vista aérea da Avenida 23 de Maio em 1974
 
 
 
 
Página inicial de um folder do Theatro Municipal de São Paulo destinado a turistas estrangeiros, de 1917.
 
 
 
 
 
Rara fotografia do Theatro Municipal de São Paulo no início de 1912, menos de um anos após ser inaugurado. Detalhe para o jardim impecável à época e para a lira no gramado.
 
 
 
 
Maquete de 1918 do Monumento a Carlos Gomes. Após aprovação, o conjunto escultórico de Luigi Brizzolara seria construído no vale do Anhangabaú e inaugurado no ano de 1922.
 
 
 
 
Raríssima fotografia de São Paulo, onde podem ser vistos, coexistindo por um breve período, o antigo e o novo Viaduto do Chá. O antigo é o da direita, próximo ao atual Shopping Light. Crédito: 1938 - Benedito J. Duarte
 
 
 
 
A agitada Avenida São João em meados da década de 40.Destaque para o saudoso Cine Metro à direita e para o ônibus
 
 
 
 
Vale do Anhangabau servindo de estacionamento de veículos, final dos anos 40.
 
 
 
 
Sanatório Esperança S/A. Inaugurado em 1938, este hospital é um das mais belas construções hospitalares da cidade de São Paulo. Localizado na rua dos Ingleses, na Bela Vista, atualmente atende com o nome de Hospital Menino Jesus. Foto: Acervo do jornal Correio Paulistano
 
 
 
 
Vista da região da Praça da Bandeira e Vale do Anhangabaú ao fundo.
 
 
 
 
Palacete Numa de Oliveira em 1916 (Avenida Paulista). Hoje no local está um edifício com o mesmo nome
 
 
 
 
Biblioteca Mário de Andrade - Década de 50
 
 
 
 
Uma das mais emblemáticas fábricas de São Paulo, a Antarctica Paulista
 
 
 
 
Palácio das Indústrias - Década de 50
 
 
As Avenidas General Olímpio da Silveira e São João vistas a patir da altura da Rua Conselheiro Brotero, antes da instalação do Minhocão. Década de 50
 
 
 
 
O famoso restaurante Gigetto de 1949 a 1968, ainda na Nestor Pestana.
 
 
 
 
 
Antiga sauna e piscina da Mansão Matarazzo no final da década de 40. Na garagem, à esquerda, é possível ver um dos carros da família, na Av. Paulista.
 
 
 
 
Vista da recém inaugurada sede do jornal O Estado de S.Paulo a partir da Avenida Engenheiro Caetano Alvares, em meados dos anos 1970. Construção coordenada pelo Arquiteto Roberto Cerqueira César.
 
 
 
 
Vista aérea do Aeroporto de Congonhas na década de 1950.
 
 
 
 
Vista da Via Anchieta nos anos 1950. Em 22 de abril a rodovia paulista comemora seus 65 anos.
 
 
 
 
Na fotografia, da esquerda para a direita: Dr. Washington Luís (então Prefeito de São Paulo), o aviador Alberto Santos Dumont e Fernando Chaves regressando à capital paulista, após excursão à serra do mar. (Maio de 1916)
 
 
 
 
Colégio Ateneu Ruy Barbosa, em fotografia de 1927. Após a escola ter fechado e o antigo casarão ter sido completamente desfigurado pelo seu proprietário, foi demolido completamente em 2011. Antes de ser o saudoso colégio, o imóvel foi a Mansão Cantinho, onde residiu o Comendador Cantinho, que dá nome a uma rua do bairro da Penha.
 
 
 
 
 
Obras finais da construção da Estação da Luz, aproximadamente em 1899. Crédito: Guilherme Gaensly
 
 
 
 
 

Estação da Luz vista a partir do Parque da Luz em fotografia de 1906. Crédito: Guilherme Gaensly.
 
 
 
 
A Estação da Luz em 1938.
 
 
 
 
Rua Florêncio de Abreu em 1903.
 
 
 
 
Vitrine da Lacta expondo seus produtos em feira da indústria. São Paulo, 1918
 
 
 
 
 
Salão do Automóvel de 1969, no Parque do Ibirapuera, com destaque para o lançamento do VW 1600, popularmente conhecido como "Zé do Caixão", desenvolvido no Brasil e que foi o primeiro veículo da Volkswagen com quatro portas no mundo.
 
 
 

domingo, 6 de janeiro de 2013

Ferrari, ilha particular, barco de luxo, jatinho: os brinquedos de gente grande (e muito rica) não só custam caro — custa caríssimo mantê-los

Publicado por Revista Veja



QUANTO CUSTA?
Alfa fez os cálculos dos gastos de operação e manutenção de cinco brinquedos de gente grande. Saiba o preço para sustentar suas fantasias

SÍMBOLO DO CAVALINHO -- Se for roubado, prepare-se para desembolsar R$ 800; PNEU E RODA -- Um jogo custa R$ 7 mil. Só o pneu sai por R$ 2,5 mil; FUNILARIA E PINTURA -- Para fazer um pequeno reparo na porta, gasta-se não menos do que R$ 2,5 mil
SÍMBOLO DO CAVALINHO -- Se somente o símbolo for roubado (e é, até na Europa), prepare-se para desembolsar R$ 800; PNEU E RODA -- Um jogo custa R$ 7 mil. Só o pneu sai por R$ 2,5 mil; FUNILARIA E PINTURA -- Para fazer um pequeno reparo na porta, gasta-se não menos do que R$ 2,5 mil
FERRARI FF
R$ 2,8 milhões
A FF tem tração integral e é a primeira Ferrari da história com 4 lugares de verdade. Ou seja, um superesportivo para levar a família inteira, um modelo hatch de alto luxo e também o carro zero quilômetro mais caro vendido no Brasil hoje.
Poucos objetos se tornaram uma prova tão inegável de riqueza. Quer levar um? Esteja preparado para pagar o preço acima e muito mais. Além da quantia desembolsada para a aquisição, um comprador de uma máquina endiabrada dessas tem de ser capaz de bancar seus custos anuais de propriedade – e seus riscos de acidentes e roubo.
Comprar uma Ferrari é só uma parte da história. Outra é sustentá-la, honrar seus impostos, seguro, revisões e manutenções. Se perder a chave codificada, o preço para substituí-la, por exemplo, gira em torno de 5 mil reais.
Se riscarem a porta do motorista e for necessário um pequeno conserto e um retoque na pintura, quanto você acha que vai gastar? Esteja preparado para desembolsar entre 10% e 20% do valor do carro todos os anos – e aí sim, seja feliz.

CUSTO ANUAL (em reais)
IPVA – 125 mil
Seguro total – 200 mil
Troca de óleo (a cada 5 mil km) – 2,5 mil
Combustível (a cada 2 mil km) – 1,5 mil
Total – R$ 329 mil

ANCORA E CORRENTE -- O conjunto (com corrente de 30 metros) custa R$ 7,5 mil; LIMPADOR DE PARA-BRISA -- Motor, paleta e braço: R$ 1,7 mil; ESCADA LATERAL -- Para sair da água: R$ 6 mil
ANCORA E CORRENTE -- O conjunto (com corrente de 30 metros) custa R$ 7,5 mil; LIMPADOR DE PARA-BRISA -- Motor, paleta e braço: R$ 1,7 mil; ESCADA LATERAL -- Para sair da água: R$ 6 mil

LANCHA FERRETI 830: PARADA NA MARINA, 37 MIL POR MÊS
R$ 30 milhões
Quem circula em um iate de 80 pés definitivamente não pode se preocupar com dinheiro. Além de desembolsar o valor acima, é necessário também garantir o custeio mensal da embarcação.
Mesmo que você não a coloque na água, a conta impressiona: uma Ferreti desse tamanho parada na marina custa cerca de 37 mil reais por mês.
E se você decidir usá-la com regularidade, vai gastar mil reais por hora de navegação. O iate consome 350 litros de óleo diesel por hora, ao preço médio de 2,7 reais o litro.

CUSTO ANUAL (em reais)
Tripulação (marinheiro e ajudantes) – 180 mil
Seguro – 120 mil
Marina (custo da vaga) – 96  mil
Revisão programada (mão de obra e peças) – 25 mil
Combustível (para navegar 30 horas por mês) – 360 mil
Total – R$ 781 mil

ÁGUA POTÁVEL E ELETRICIDADE -- Sistemas de energia (gerador a diesel ou fontes eólicas e solares) e de armazenamento de água da chuva que garantam a autossuficiência da ilha: R$ 120 mil; MERGULHO -- Kits para você e seus convidados mergulharem: R$ 1,5 mil; LANCHA 25 PÉS -- Para 6 pessoas: R$ 60 mil
ÁGUA POTÁVEL E ELETRICIDADE -- Sistemas de energia (gerador a diesel ou fontes eólicas e solares) e de armazenamento de água da chuva que garantam a autossuficiência da ilha: R$ 120 mil; MERGULHO -- Kits para você e seus convidados mergulharem: R$ 1,5 mil; LANCHA 25 PÉS -- Para 6 pessoas: R$ 60 mil

ILHA EM ANGRA DOS REIS
R$ 6,5 milhões por 8,5 mil metros quadrados
O custo de uma ilha depende de sua distância da costa, da existência ou não de água potável, da antiguidade da sua posse, da qualidade das instalações e dos tributos.
Já o custo de manutenção subirá conforme a quantidade de funcionários que viverão ali. A ilha à venda pelo valor acima, por exemplo, está a cerca de 4 quilômetros da marina mais próxima, sem acesso à rede elétrica nem água potável.
Tem uma casa ampla, com piscina, e boas instalações para os funcionários, além de uma voadeira para se locomoverem. A situação  dos impostos das ilhas precisa ser analisada com cautela. Há uma taxa cobrada pela União, na proporção de 2,5% a 5% do valor do terreno, chamada laudênio, sempre que ele passa por uma operação onerosa, caso de compra e venda.
Há também tributos anuais, equivalentes ao IPTU, que podem variar de 0,6% a 2% do preço do imóvel.

CUSTO ANUAL (em reais)
Impostos (taxa de propriedade) – 120 mil
Mão de obra (zelador e marinheiro) – 100 mil
Marina (vaga para lancha de 25 pés) – 12  mil
Combustível (gerador e lancha) – 10 mil
Total – R$ 242 mil


TELEFONE POR SATÉLITE -- O aparelho da Iridium custa R$ 3,2 mil; CARPETE ESPECIAL ANTI-INFLAMÁVEL -- R$ 50 mil
TELEFONE POR SATÉLITE -- O aparelho da Iridium custa R$ 3,2 mil; CARPETE ESPECIAL ANTI-INFLAMÁVEL -- R$ 50 mil

LEGACY 650
R$ 60 milhões
O grande prazer de ter um jato executivo é poder sair e chegar dos lugares na hora em que a pessoa bem entende, sem enfrentar filas no check-in e no embarque.
Diferentemente dos outros bens dessa lista, um avião desses não serve só ao lazer de seu dono, mas às suas necessidades de trabalho – é um bem de capital, e não um bem de consumo. Ele gera retorno para os negócios.
Mesmo assim, é o mais emblemático símbolo da riqueza e status que um milionário pode ter. Com um Legacy 650 é possível fazer deslocamentos continentais – voos até Miami, por exemplo, com apenas uma escala, e levar até 14 passageiros em 3 ambientes.
Com o plano de manutenção da Embraer para o modelo, que inclui serviços, peças, mão de obra e eventuais resgates remotos, o cliente paga 32 mil reais por mês e mais uma taxa de 800 reais por hora de voo.

CUSTO ANUAL (em reais)
Tripulação (piloto, copiloto e comissários) – 800 mil
Seguro – 50 mil
Hangaragem (Aeroporto de Congonhas) – 600  mil
Plano de manutenção – 384 mil
Combustível (400 horas) – 1,7 milhão
Total – R$ 3,5 milhões

TACO -- Feito com cana-da-índia, custa R$ 250. Um jogador usa 20 tacos por temporada; BOTA -- Custa pelo menos R$ 750. O modelo Fagliano argentino sai por R$ 3 mil; SELA -- O jogador normalmente usa duas selas por temporada de R$ 800 cada uma
TACO -- Feito com cana-da-índia, custa R$ 250. Um jogador usa 20 tacos por temporada; BOTA -- Custa pelo menos R$ 750. O modelo Fagliano argentino sai por R$ 3 mil; SELA -- O jogador normalmente usa duas selas por temporada de R$ 800 cada uma

JOGAR POLO
R$ 500 mil
Se você não tiver amor pelo polo ou algum talento para o jogo, o que pode lhe garantir patrocínio, é melhor escolher outro esporte.
O valor acima é para comprar o básico: uma tropa de 6 bons cavalos ou éguas mestiços de crioulo argentino com puro sangue inglês, número mínimo de animais que se usa em uma partida, e transferir o título de um clube, como o Helvetia, em Indaiatuba (SP).
Fora isso, há o gasto anual com roupas e equipamentos, alojamento, alimentação, saúde, o transporte dos animais e as inscrições nos campeonatos..
A temporada do jogo no Brasil dura 8 meses, uma das mais longas do mundo, e os times competem entre duas e três vezes por semana, o que significa mais gastos.

CUSTO POR TEMPORADA (em reais)
Tratador exclusivo – 30 mil
Veterinário dedicado à tropa – 36 mil
Alimentação (para 6 cavalos) – 24  mil
Equipamentos – 2 mil (por ano)
Transporte (3 fretes por semana durante 8 meses) – 30 mil
Inscrições em campeonatos – 50 mil
Total – R$ 172 mil

sábado, 5 de janeiro de 2013

O mais incrível vídeo com um guepardo que você poderá assistir

Movimentos ágeis e sincronizados, somados a uma anatomia que favorece a corrida, fazem do guepardo o mamífero mais rápido do mundo. Filmar essa criatura em detalhes, portanto, não é tarefa simples. Para gravar o material que você vê abaixo, profissionais da National Geographic e do Zoológico de Cincinnati (EUA) uniram esforços e recursos: usando uma câmera Phantom, que filma 1,2 mil quadros por segundo, eles conseguiram capturar cada nuança do movimento do guepardo, que atingiu velocidades superiores a 96 km/h. O vídeo reúne filmagens feitas com cinco guepardos ao longo de três dias.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

MODA EM NATAL NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Seu Alcides mostra aos soldados americanos a mercadoria que valia ouro: Meia-calça!
Natal, rua Ulisses caldas, um dia qualquer do ano de 1943. Um grupo de soldados americanos visitam uma loja à procura de um item raro e valiosíssimo no período. Eles não são os primeiros. A fama da loja atravessou o oceano e, antes mesmo de chegarem a Natal, eles já sabem que precisarão visitar o lugar.
A loja é a Casa Rio – que anos depois deu origem às lojas Rio Center, que existem até hoje na cidade. Os jovens americanos, como sempre, vestem seus uniformes cáqui e chamam atenção por onde passam. O que eles procuram de tão valioso? Meia-calça de seda!
Um par delas vale a felicidade de uma noiva, uma irmã, uma mãe, e a gratidão eterna dessas figuras femininas quando ele voltar para casa.
A cena repetiu-se durante todos os anos em que os americanos estiveram por aqui. 
Quem conta é dona Guiomar Araújo, viúva de Alcides Araújo, que administrava a loja junto com o pai.
“Os americanos ficavam doidos quando viam que a gente vendia meia-calça. Eles diziam que não tinha mais meia-calça no mundo por causa da guerra. Compravam muito, pagavam em dólar.
Eu e Alcides tivemos que pedir muito mais peças para o fornecedor em São Paulo. Era um pedido tão grande que o fornecedor achou que a gente estava de brincadeira, e ligou muito pra mim muito chateado. Eu disse ‘mande as meias que eu pago adiantado’!
Enquanto os americanos estiveram por aqui, vendi mais meia-calça que na minha vida toda, eu acho” relembra ela, com uma memória irretocável para os seus 90 anos.
Dona Guiomar na porta da loja. Notem o “english spoken”
A história contada por dona Guiomar nos diz muito sobre a realidade de Natal no período da Segunda Guerra, principalmente sobre a moda e sua ligação com os hábitos e costumes da população – que é o que interessa a este artigo. Mas para entender o que acontecia, precisamos primeiramente entender como a Segunda Guerra Mundial modificou a moda no mundo.

A guerra e o mundo
Os tailleurs com ares de uniforme militar, caracterísitcos dos anos 40
No início dos anos 40, Paris ainda dominava a geografia da moda. Podia-se dizer que a capital francesa era o centro do mundo no mapa da alta costura. E foi a partir de Paris que vieram as mudanças drásticas, impostas pela Ocupação, que transformou o visual das mulheres da década de 40.
A estética do glamour dos anos 30 foi declarada decadente pela política nazista alemã. No livro ‘A moda do século’, François Baudot registrou:
“A parisiense emagrece, suas roupas ficam mais pesadas e as solas de sapatos também. (…) assim, a partir de 1940 está proibido mais de que quatro metros de tecido para um mantô e um metro para chemisier (exceção feita apenas para as grávidas). Nenhum cinto de couro deve ter mais de quatro centímetros de largura.”
Durante toda a década, a estética será dominada pelo racionamento de roupas, a economia de botões e outros aviamentos e a reciclagem de peças antigas - teria surgido aí a customização?

Além disso, as mulheres sofrem com o sumiço da meia-calça. Todo o naylon e a seda produzidos na Europa eram aproveitados na fabricação de pára-quedas, e as – antes elegantíssimas – parisienses agora tem que se contentar com o uso de meias soquetes.
Com o tempo, as meias curtas passam a ser utilizadas até mesmo com vestidos de festas. Outra alternativa é maquiar as pernas e desenhar um traço fino na parte de trás, lembrando a costura da meia-calça. Essa é uma imagem icônica do período.


É famosa – e curiosa – também a história contada no livro ‘Moda & Guerra: Um retrato da França ocupada’ , de um soldado que, ao fim da guerra, levou o pára-quedas na mala para fazer o vestido de noiva da namorada.
E assim as pessoas sobreviviam nos duros anos 40.
O tailleur com ares de uniforme militar, de ombros largos e saia reta, é o modelo mais usado no período.
O unico elemento do visual feminino que não sofreu racionamento foram os chapéus. Isso fez com que a moda subisse – literalmente – à cabeça das mulheres, e se a roupa e os sapatos eram bem modestos, os chapéus e turbantes eram verdadeiras esculturas. Serviam para dar um ar mais arrumado ao visual, mas também para esconder cabelos mal cuidados e mal cortados, carentes de um salão de beleza.
O lenço na cabeça, usado pelas moças que foram trabalhar nas fábricas, logo foi incorporado ao visual feminino em todas as camadas da sociedade. Da operária à mulher do oficial – a única que ainda tinha algum dinheiro para comprar roupas novas.
Foi com o dinheiro das mulheres dos oficiais nazistas que a alta costura conseguiu sobreviver, mesmo que em coma, nesse período.
Os historiadores são categóricos em afirmar que, caso a alta costura tivesse parado de produzir por completo durante os anos de guerra, a França haveria perdido para sempre o lugar que ocupa no mapa da moda, o que mudaria completamente o panorama da moda atual.
A moda que subiu à cabeça
A guerra e Natal
Se à época da guerra Paris era um grande parque de diversões que foi fechado por falta de energia, Natal não passava de uma pequena vila que começava na Ribeira e terminava no Tirol. É difícil para as novas gerações imaginar essa antiga ordem da cidade, onde Ponta Negra era uma distante praia de veraneio.
Com os americanos veio também uma revolução significativa nos costumes da cidade. A professora e pesquisadora Josimey Costa registrou no documentário ‘Imagem sobre imagem – a Segunda Guerra em Natal’ depoimentos que remontam a influência que a guerra e a chegada dos americanos tiveram sobre Natal.
E o que mais chamou atenção da pesquisadora foi que a guerra era excitante para os moradores da então pacata capital potiguar. “Quando comecei a pesquisa eu tinha a ideia de que foi um período de tensão, que as pessoas viviam oprimidas, com medo da guerra chegar aqui. Mas o que percebi é que as pessoas vivem apesar disso e encontram – mesmo nos períodos mais trágicos – momentos de alegria”.
Os momentos de alegria trazidos pela guerra eram os bailes, a bebida, os chicletes, a música e os belos e
jovens soldados de cabelos loiros e olhos azuis – biotipo totalmente diferente dos potiguares. Um dos
entrevistados de Josimey no documentário, Alvamar Furtado, fez uma comparação interessante:
“Natal foi invadida por uma multidão de príncipes encantados”.
E quem tem tempo para ficar oprimido com tanta novidade na cidade?
Talvez só mesmo os rapazes natalenses, que perdiam feio para os americanos na hora da paquera. Os nativos eram formais, usavam terno e chapéu de palhinha. Já os estrangeiros, quando não estavam de uniforme, usavam camisas coloridas por fora da calça – sem “ensacar” como dizemos por aqui – e as mulheres achavam isso um charme.
Dona Guiomar lembra que os soldados também iam à Casa Rio comprar Chanel Nº 5, outro item escasso que fazia sucesso durante a guerra. E que isso deu margem para um golpe que ficou famoso na época: “tinha gente em Natal querendo dar uma de esperto.
Eles pegavam vidros de Chanel Nº 5 e dividiam em vários frascos. Completavam com outro perfume barato e vendiam para os americanos. Eles eram loucos por esse perfume, e compravam muito. Muitos caiam no golpe”, conta.
Anúncio anterior à II Guerra, década de 30
Também foram os americanos que trouxeram os calções curtos de helanca para os banhos de mar em Ponta Negra e Areia Preta. Antes disso, os rapazes natalenses usavam calções compridos na praia.
As moças passaram a querer usar maiô aberto nas costas, como as atrizes de Hollywood e as pin-ups dos calendários.
Mas por aqui a vigilância dos pais ainda era severa, e as mães geralmente cobriam as costas do maiô com uma peça de croché.
Foi a época também em que as mulheres começaram a usar calças compridas à la Marlene Dietrich. Só as solteiras usavam, não ficava bem para uma mãe de família andar de calças por aí.
E as moças que usavam eram “mal faladas”.
Marlene Dietrich, a musa de calças compridas
Os cabelos eram cacheados com bobs, as moças perdiam horas ondulandos os fios. Apesar do racionamento de tecidos no resto do mundo ter feito as saias minguarem, por aqui elas ainda eram rodadas. Ideais para balançar e rodopiar nos bailes do América.

Há estudos que defendem que nem tudo foram flores nesse período. Os preços por exemplo subiram vertiginosamente. Havia muito dólar circulando, e o comércio cobrava como se todos tivessem o mesmo rendimento dos americanos, quando na realidade a cidade era, de uma forma geral, muito pobre.
Mesmo assim, a maioria das pessoas que viveu aquela época a lembra com saudosismo, como uma época de ouro da cidade.
Talvez porque, em termos de moda e estética, Natal era uma bolha de glamour num mundo castigado pelo racionamento. Não faltava meia-calça nem Chanel Nº 5, mesmo que a maioria da população não tivesse o hábito de usar nem um nem outro.

Texto originalmente publicado na revista Glam #11. As duas primeiras imagens
que ilustram o artigo foram cedidas por Minervino Wanderley.
 

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Dez alimentos antioxidantes

10 alimentos antioxidantes
Os efeitos dos antioxidantes em relação a prevenção de doenças crônicas tem sido estudado há alguns anos. Pesquisas mostram os benefícios dos antioxidantes nas doenças cardiovasculares, em numerosos tipos de câncer e em processos associados ao envelhecimento.
A função destes alimentos é combater os chamados radicais livres, que afetam negativamente o organismo e são produzidos naturalmente pela respiração e produção de energia, por exemplo.

De acordo com a nutricionista Thais Souza, da rede Mundo Verde, quando há um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e os mecanismos de defesa antioxidante, ocorre o chamado "estresse oxidativo". Os radicais livres podem ser originados não só de processos endógenos, mas também por fatores exógenos, como poluição, hábito de fumar, ingestão de bebidas alcoólicas, ou ainda, por uma nutrição inadequada. O excesso de radicais livres no organismo é combatido por antioxidantes, que podem ser obtidos através da alimentação.
Segundo a especialista, os alimentos antioxidantes não podem faltar na dieta. A especialista ainda aponta 10 alimentos antioxidantes importantes:
Cacau - presente em grandes quantidades no chocolate amargo. Rico em polifenóis, substâncias antioxidantes benéficas a saúde do coração e para circulação.
Cenoura - fonte de betacaroteno um pigmento natural, também conhecido como pró-vitamina A. Atua no retardo do envelhecimento precoce. O betacaroteno pode ser encontrado na forma de cápsulas. 
Chá verde - preparado através da infusão da planta Camellia sinensis, é fonte de catequinas que apresentam importante ação antioxidante. Evita danos celulares que promovem a iniciação do desenvolvimento de tumores.

Cúrcuma - também chamada de açafrão. Fonte de curcumina, de ação antioxidante, protege contra doenças cardiovasculares e também contra iniciação e desenvolvimento de tumores.
Frutas cítricas - como laranja, limão e tangerina, são fontes de vitamina C que atua no retardo do envelhecimento precoce.
Linhaça - fonte de ômega 3 que apresenta ação vasodilatadora e inibe a agregação plaquetária, que previne doenças cardiovasculares.
Oleaginosas - fontes de gorduras insaturadas, vitaminas e minerais. Atua na prevenção de doenças cardiovasculares, câncer e combatem o envelhecimento precoce.
Óleo de coco - rico em vitamina E, que atua na diminuição do processo de envelhecimento das células, e na proteção das doenças crônicas não transmissíveis como câncer e doenças cardiovasculares.
Suco de uva integral - fonte de resveratrol, um poderoso antioxidante presente na casca da uva. Atua "varrendo" os radicais livres do organismo, inibe a oxidação das gorduras e a agregação plaquetária, auxiliando na prevenção de doenças cardiovasculares.
Tomate - fonte de licopeno, um antioxidante da família da vitamina A. Seu consumo está relacionado à redução do risco de desenvolvimento de câncer de próstata, pulmão e estômago. O licopeno também pode ser encontrado em cápsulas.
Por Catharina Apolinário
Publicado por Cyberdiet.Terra