A Estação da Luz em 1938.
Rua Florêncio de Abreu em 1903.
Vitrine da Lacta expondo seus produtos em feira da indústria. São Paulo, 1918
Salão do Automóvel de 1969, no Parque do Ibirapuera, com destaque para o lançamento do VW 1600, popularmente conhecido como "Zé do Caixão", desenvolvido no Brasil e que foi o primeiro veículo da Volkswagen com quatro portas no mundo.
|
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Fotos da cidade de São Paulo, Antiga
Postado por
ORACY
às
09:30
2
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
HISTÓRIA
domingo, 6 de janeiro de 2013
Ferrari, ilha particular, barco de luxo, jatinho: os brinquedos de gente grande (e muito rica) não só custam caro — custa caríssimo mantê-los
Publicado por Revista Veja





QUANTO CUSTA?
Alfa fez os cálculos dos gastos de operação e manutenção de cinco brinquedos de gente grande. Saiba o preço para sustentar suas fantasias
SÍMBOLO DO CAVALINHO -- Se somente o símbolo for roubado (e é, até na Europa), prepare-se para desembolsar R$ 800; PNEU E RODA -- Um jogo custa R$ 7 mil. Só o pneu sai por R$ 2,5 mil; FUNILARIA E PINTURA -- Para fazer um pequeno reparo na porta, gasta-se não menos do que R$ 2,5 mil
FERRARI FF
R$ 2,8 milhões
A FF tem tração integral e é a primeira Ferrari da história com 4 lugares de verdade. Ou seja, um superesportivo para levar a família inteira, um modelo hatch de alto luxo e também o carro zero quilômetro mais caro vendido no Brasil hoje.
Poucos objetos se tornaram uma prova tão inegável de riqueza. Quer levar um? Esteja preparado para pagar o preço acima e muito mais. Além da quantia desembolsada para a aquisição, um comprador de uma máquina endiabrada dessas tem de ser capaz de bancar seus custos anuais de propriedade – e seus riscos de acidentes e roubo.
Comprar uma Ferrari é só uma parte da história. Outra é sustentá-la, honrar seus impostos, seguro, revisões e manutenções. Se perder a chave codificada, o preço para substituí-la, por exemplo, gira em torno de 5 mil reais.
Se riscarem a porta do motorista e for necessário um pequeno conserto e um retoque na pintura, quanto você acha que vai gastar? Esteja preparado para desembolsar entre 10% e 20% do valor do carro todos os anos – e aí sim, seja feliz.
CUSTO ANUAL (em reais)
IPVA – 125 mil
Seguro total – 200 mil
Troca de óleo (a cada 5 mil km) – 2,5 mil
Combustível (a cada 2 mil km) – 1,5 mil
Total – R$ 329 mil
ANCORA E CORRENTE -- O conjunto (com corrente de 30 metros) custa R$ 7,5 mil; LIMPADOR DE PARA-BRISA -- Motor, paleta e braço: R$ 1,7 mil; ESCADA LATERAL -- Para sair da água: R$ 6 mil
LANCHA FERRETI 830: PARADA NA MARINA, 37 MIL POR MÊS
R$ 30 milhões
Quem circula em um iate de 80 pés definitivamente não pode se preocupar com dinheiro. Além de desembolsar o valor acima, é necessário também garantir o custeio mensal da embarcação.
Mesmo que você não a coloque na água, a conta impressiona: uma Ferreti desse tamanho parada na marina custa cerca de 37 mil reais por mês.
E se você decidir usá-la com regularidade, vai gastar mil reais por hora de navegação. O iate consome 350 litros de óleo diesel por hora, ao preço médio de 2,7 reais o litro.
CUSTO ANUAL (em reais)
Tripulação (marinheiro e ajudantes) – 180 mil
Seguro – 120 mil
Marina (custo da vaga) – 96 mil
Revisão programada (mão de obra e peças) – 25 mil
Combustível (para navegar 30 horas por mês) – 360 mil
Total – R$ 781 mil
ÁGUA POTÁVEL E ELETRICIDADE -- Sistemas de energia (gerador a diesel ou fontes eólicas e solares) e de armazenamento de água da chuva que garantam a autossuficiência da ilha: R$ 120 mil; MERGULHO -- Kits para você e seus convidados mergulharem: R$ 1,5 mil; LANCHA 25 PÉS -- Para 6 pessoas: R$ 60 mil
ILHA EM ANGRA DOS REIS
R$ 6,5 milhões por 8,5 mil metros quadrados
O custo de uma ilha depende de sua distância da costa, da existência ou não de água potável, da antiguidade da sua posse, da qualidade das instalações e dos tributos.
Já o custo de manutenção subirá conforme a quantidade de funcionários que viverão ali. A ilha à venda pelo valor acima, por exemplo, está a cerca de 4 quilômetros da marina mais próxima, sem acesso à rede elétrica nem água potável.
Tem uma casa ampla, com piscina, e boas instalações para os funcionários, além de uma voadeira para se locomoverem. A situação dos impostos das ilhas precisa ser analisada com cautela. Há uma taxa cobrada pela União, na proporção de 2,5% a 5% do valor do terreno, chamada laudênio, sempre que ele passa por uma operação onerosa, caso de compra e venda.
Há também tributos anuais, equivalentes ao IPTU, que podem variar de 0,6% a 2% do preço do imóvel.
CUSTO ANUAL (em reais)
Impostos (taxa de propriedade) – 120 mil
Mão de obra (zelador e marinheiro) – 100 mil
Marina (vaga para lancha de 25 pés) – 12 mil
Combustível (gerador e lancha) – 10 mil
Total – R$ 242 mil
TELEFONE POR SATÉLITE -- O aparelho da Iridium custa R$ 3,2 mil; CARPETE ESPECIAL ANTI-INFLAMÁVEL -- R$ 50 mil
LEGACY 650
R$ 60 milhões
O grande prazer de ter um jato executivo é poder sair e chegar dos lugares na hora em que a pessoa bem entende, sem enfrentar filas no check-in e no embarque.
Diferentemente dos outros bens dessa lista, um avião desses não serve só ao lazer de seu dono, mas às suas necessidades de trabalho – é um bem de capital, e não um bem de consumo. Ele gera retorno para os negócios.
Mesmo assim, é o mais emblemático símbolo da riqueza e status que um milionário pode ter. Com um Legacy 650 é possível fazer deslocamentos continentais – voos até Miami, por exemplo, com apenas uma escala, e levar até 14 passageiros em 3 ambientes.
Com o plano de manutenção da Embraer para o modelo, que inclui serviços, peças, mão de obra e eventuais resgates remotos, o cliente paga 32 mil reais por mês e mais uma taxa de 800 reais por hora de voo.
CUSTO ANUAL (em reais)
Tripulação (piloto, copiloto e comissários) – 800 mil
Seguro – 50 mil
Hangaragem (Aeroporto de Congonhas) – 600 mil
Plano de manutenção – 384 mil
Combustível (400 horas) – 1,7 milhão
Total – R$ 3,5 milhões
TACO -- Feito com cana-da-índia, custa R$ 250. Um jogador usa 20 tacos por temporada; BOTA -- Custa pelo menos R$ 750. O modelo Fagliano argentino sai por R$ 3 mil; SELA -- O jogador normalmente usa duas selas por temporada de R$ 800 cada uma
JOGAR POLO
R$ 500 mil
Se você não tiver amor pelo polo ou algum talento para o jogo, o que pode lhe garantir patrocínio, é melhor escolher outro esporte.
O valor acima é para comprar o básico: uma tropa de 6 bons cavalos ou éguas mestiços de crioulo argentino com puro sangue inglês, número mínimo de animais que se usa em uma partida, e transferir o título de um clube, como o Helvetia, em Indaiatuba (SP).
Fora isso, há o gasto anual com roupas e equipamentos, alojamento, alimentação, saúde, o transporte dos animais e as inscrições nos campeonatos..
A temporada do jogo no Brasil dura 8 meses, uma das mais longas do mundo, e os times competem entre duas e três vezes por semana, o que significa mais gastos.
CUSTO POR TEMPORADA (em reais)
Tratador exclusivo – 30 mil
Veterinário dedicado à tropa – 36 mil
Alimentação (para 6 cavalos) – 24 mil
Equipamentos – 2 mil (por ano)
Transporte (3 fretes por semana durante 8 meses) – 30 mil
Inscrições em campeonatos – 50 mil
Total – R$ 172 mil
Postado por
ORACY
às
10:23
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
COMPORTAMENTO
sábado, 5 de janeiro de 2013
O mais incrível vídeo com um guepardo que você poderá assistir
Movimentos ágeis e sincronizados, somados a uma anatomia que favorece a corrida, fazem do guepardo o mamífero mais rápido do mundo. Filmar essa criatura em detalhes, portanto, não é tarefa simples.
Para gravar o material que você vê abaixo, profissionais da National Geographic e do Zoológico de Cincinnati (EUA) uniram esforços e recursos: usando uma câmera Phantom, que filma 1,2 mil quadros por segundo, eles conseguiram capturar cada nuança do movimento do guepardo, que atingiu velocidades superiores a 96 km/h.
O vídeo reúne filmagens feitas com cinco guepardos ao longo de três dias.
Postado por
ORACY
às
09:30
1 comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
ANIMAIS
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
MODA EM NATAL NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
Seu Alcides mostra aos soldados americanos a mercadoria que valia ouro: Meia-calça!
Natal, rua Ulisses caldas, um dia qualquer do ano de 1943. Um grupo de soldados americanos visitam uma loja à procura de um item raro e valiosíssimo no período. Eles não são os primeiros. A fama da loja atravessou o oceano e, antes mesmo de chegarem a Natal, eles já sabem que precisarão visitar o lugar.
A loja é a Casa Rio –
que anos depois deu origem às lojas Rio Center, que existem até hoje na
cidade. Os jovens americanos, como sempre, vestem seus uniformes cáqui e
chamam atenção por onde passam. O que eles procuram de tão valioso?
Meia-calça de seda!
Um
par delas vale a felicidade de uma noiva, uma irmã, uma mãe, e a
gratidão eterna dessas figuras femininas quando ele voltar para casa.
A cena repetiu-se durante todos os anos em que os americanos estiveram por aqui.
Quem conta é dona Guiomar Araújo, viúva de Alcides Araújo, que administrava a loja junto com o pai.
“Os
americanos ficavam doidos quando viam que a gente vendia meia-calça.
Eles diziam que não tinha mais meia-calça no mundo por causa da guerra.
Compravam muito, pagavam em dólar.
Eu
e Alcides tivemos que pedir muito mais peças para o fornecedor em São
Paulo. Era um pedido tão grande que o fornecedor achou que a gente
estava de brincadeira, e ligou muito pra mim muito chateado. Eu disse
‘mande as meias que eu pago adiantado’!
Enquanto
os americanos estiveram por aqui, vendi mais meia-calça que na minha
vida toda, eu acho” relembra ela, com uma memória irretocável para os
seus 90 anos.
Dona Guiomar na porta da loja. Notem o “english spoken”
A
história contada por dona Guiomar nos diz muito sobre a realidade de
Natal no período da Segunda Guerra, principalmente sobre a moda e sua
ligação com os hábitos e costumes da população – que é o que interessa a
este artigo. Mas para entender o que acontecia, precisamos
primeiramente entender como a Segunda Guerra Mundial modificou a moda no
mundo.
A guerra e o mundo
Os tailleurs com ares de uniforme militar, caracterísitcos dos anos 40
No
início dos anos 40, Paris ainda dominava a geografia da moda. Podia-se
dizer que a capital francesa era o centro do mundo no mapa da alta
costura. E foi a partir de Paris que vieram as mudanças drásticas,
impostas pela Ocupação, que transformou o visual das mulheres da década
de 40.
A
estética do glamour dos anos 30 foi declarada decadente pela política
nazista alemã. No livro ‘A moda do século’, François Baudot registrou:
“A
parisiense emagrece, suas roupas ficam mais pesadas e as solas de
sapatos também. (…) assim, a partir de 1940 está proibido mais de que
quatro metros de tecido para um mantô e um metro para chemisier (exceção
feita apenas para as grávidas). Nenhum cinto de couro deve ter mais de
quatro centímetros de largura.”
Durante
toda a década, a estética será dominada pelo racionamento de roupas, a
economia de botões e outros aviamentos e a reciclagem de peças antigas - teria surgido aí a customização?
Além disso, as mulheres sofrem com o sumiço da meia-calça. Todo o naylon e a seda produzidos na Europa eram aproveitados na fabricação de pára-quedas, e as – antes elegantíssimas – parisienses agora tem que se contentar com o uso de meias soquetes.
Com
o tempo, as meias curtas passam a ser utilizadas até mesmo com vestidos
de festas. Outra alternativa é maquiar as pernas e desenhar um traço
fino na parte de trás, lembrando a costura da meia-calça. Essa é uma
imagem icônica do período.
É
famosa – e curiosa – também a história contada no livro ‘Moda &
Guerra: Um retrato da França ocupada’ , de um soldado que, ao fim da
guerra, levou o pára-quedas na mala para fazer o vestido de noiva da
namorada.
E assim as pessoas sobreviviam nos duros anos 40.
O tailleur com ares de uniforme militar, de ombros largos e saia reta, é o modelo mais usado no período.
O
unico elemento do visual feminino que não sofreu racionamento foram os
chapéus. Isso fez com que a moda subisse – literalmente – à cabeça das
mulheres, e se a roupa e os sapatos eram bem modestos, os chapéus e
turbantes eram verdadeiras esculturas. Serviam para dar um ar mais
arrumado ao visual, mas também para esconder cabelos mal cuidados e mal
cortados, carentes de um salão de beleza.
O
lenço na cabeça, usado pelas moças que foram trabalhar nas fábricas,
logo foi incorporado ao visual feminino em todas as camadas da
sociedade. Da operária à mulher do oficial – a única que ainda tinha
algum dinheiro para comprar roupas novas.
Foi
com o dinheiro das mulheres dos oficiais nazistas que a alta costura
conseguiu sobreviver, mesmo que em coma, nesse período.
Os
historiadores são categóricos em afirmar que, caso a alta costura
tivesse parado de produzir por completo durante os anos de guerra, a
França haveria perdido para sempre o lugar que ocupa no mapa da moda, o
que mudaria completamente o panorama da moda atual.
A moda que subiu à cabeça
A guerra e Natal
Se
à época da guerra Paris era um grande parque de diversões que foi
fechado por falta de energia, Natal não passava de uma pequena vila que
começava na Ribeira e terminava no Tirol. É difícil para as novas
gerações imaginar essa antiga ordem da cidade, onde Ponta Negra era uma
distante praia de veraneio.
Com
os americanos veio também uma revolução significativa nos costumes da
cidade. A professora e pesquisadora Josimey Costa registrou no
documentário ‘Imagem sobre imagem – a Segunda Guerra em Natal’
depoimentos que remontam a influência que a guerra e a chegada dos
americanos tiveram sobre Natal.
E
o que mais chamou atenção da pesquisadora foi que a guerra era
excitante para os moradores da então pacata capital potiguar. “Quando
comecei a pesquisa eu tinha a ideia de que foi um período de tensão, que
as pessoas viviam oprimidas, com medo da guerra chegar aqui. Mas o que
percebi é que as pessoas vivem apesar disso e encontram – mesmo nos
períodos mais trágicos – momentos de alegria”.
Os momentos de alegria trazidos pela guerra eram os bailes, a bebida, os chicletes, a música e os belos e
jovens soldados de cabelos loiros e olhos azuis – biotipo totalmente diferente dos potiguares. Um dos
entrevistados de Josimey no documentário, Alvamar Furtado, fez uma comparação interessante:
“Natal foi invadida por uma multidão de príncipes encantados”.
E quem tem tempo para ficar oprimido com tanta novidade na cidade?
Talvez
só mesmo os rapazes natalenses, que perdiam feio para os americanos na
hora da paquera. Os nativos eram formais, usavam terno e chapéu de
palhinha. Já os estrangeiros, quando não estavam de uniforme, usavam
camisas coloridas por fora da calça – sem “ensacar” como dizemos por
aqui – e as mulheres achavam isso um charme.
Dona Guiomar lembra que os soldados também iam à Casa Rio comprar Chanel Nº 5,
outro item escasso que fazia sucesso durante a guerra. E que isso deu
margem para um golpe que ficou famoso na época: “tinha gente em Natal
querendo dar uma de esperto.
Eles pegavam vidros de Chanel Nº 5
e dividiam em vários frascos. Completavam com outro perfume barato e
vendiam para os americanos. Eles eram loucos por esse perfume, e
compravam muito. Muitos caiam no golpe”, conta.
Anúncio anterior à II Guerra, década de 30
Também
foram os americanos que trouxeram os calções curtos de helanca para os
banhos de mar em Ponta Negra e Areia Preta. Antes disso, os rapazes
natalenses usavam calções compridos na praia.
As moças passaram a querer usar maiô aberto nas costas, como as atrizes de Hollywood e as pin-ups dos calendários.
Mas por aqui a vigilância dos pais ainda era severa, e as mães geralmente cobriam as costas do maiô com uma peça de croché.
Foi
a época também em que as mulheres começaram a usar calças compridas à
la Marlene Dietrich. Só as solteiras usavam, não ficava bem para uma mãe
de família andar de calças por aí.
E as moças que usavam eram “mal faladas”.
Marlene Dietrich, a musa de calças compridas
Os
cabelos eram cacheados com bobs, as moças perdiam horas ondulandos os
fios. Apesar do racionamento de tecidos no resto do mundo ter feito as
saias minguarem, por aqui elas ainda eram rodadas. Ideais para balançar e
rodopiar nos bailes do América.
Há estudos que defendem que nem tudo foram flores nesse período. Os preços por exemplo subiram vertiginosamente. Havia muito dólar circulando, e o comércio cobrava como se todos tivessem o mesmo rendimento dos americanos, quando na realidade a cidade era, de uma forma geral, muito pobre.
Mesmo assim, a maioria das pessoas que viveu aquela época a lembra com saudosismo, como uma época de ouro da cidade.
Talvez
porque, em termos de moda e estética, Natal era uma bolha de glamour
num mundo castigado pelo racionamento. Não faltava meia-calça nem Chanel
Nº 5, mesmo que a maioria da população não tivesse o hábito de usar nem um nem outro.
Texto originalmente publicado na revista Glam #11. As duas primeiras imagens
que ilustram o artigo foram cedidas por Minervino Wanderley.
Postado por
ORACY
às
09:30
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
HISTÓRIA
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Dez alimentos antioxidantes
Os efeitos dos antioxidantes em relação a prevenção de doenças crônicas tem sido estudado há alguns anos. Pesquisas mostram os benefícios dos antioxidantes nas doenças cardiovasculares, em numerosos tipos de câncer e em processos associados ao envelhecimento.
A função destes alimentos é combater os chamados radicais livres, que afetam negativamente o organismo e são produzidos naturalmente pela respiração e produção de energia, por exemplo.
De acordo com a nutricionista Thais Souza, da rede Mundo Verde, quando há um desequilíbrio entre a produção de radicais livres e os mecanismos de defesa antioxidante, ocorre o chamado "estresse oxidativo". Os radicais livres podem ser originados não só de processos endógenos, mas também por fatores exógenos, como poluição, hábito de fumar, ingestão de bebidas alcoólicas, ou ainda, por uma nutrição inadequada. O excesso de radicais livres no organismo é combatido por antioxidantes, que podem ser obtidos através da alimentação.
Segundo a especialista, os alimentos antioxidantes não podem faltar na dieta. A especialista ainda aponta 10 alimentos antioxidantes importantes:
Cacau - presente em grandes quantidades no chocolate amargo. Rico em polifenóis, substâncias antioxidantes benéficas a saúde do coração e para circulação.
Cenoura - fonte de betacaroteno um pigmento natural, também conhecido como pró-vitamina A. Atua no retardo do envelhecimento precoce. O betacaroteno pode ser encontrado na forma de cápsulas.
Chá verde - preparado através da infusão da planta Camellia sinensis, é fonte de catequinas que apresentam importante ação antioxidante. Evita danos celulares que promovem a iniciação do desenvolvimento de tumores.
Cúrcuma - também chamada de açafrão. Fonte de curcumina, de ação antioxidante, protege contra doenças cardiovasculares e também contra iniciação e desenvolvimento de tumores.
Frutas cítricas - como laranja, limão e tangerina, são fontes de vitamina C que atua no retardo do envelhecimento precoce.
Linhaça - fonte de ômega 3 que apresenta ação vasodilatadora e inibe a agregação plaquetária, que previne doenças cardiovasculares.
Oleaginosas - fontes de gorduras insaturadas, vitaminas e minerais. Atua na prevenção de doenças cardiovasculares, câncer e combatem o envelhecimento precoce.
Óleo de coco - rico em vitamina E, que atua na diminuição do processo de envelhecimento das células, e na proteção das doenças crônicas não transmissíveis como câncer e doenças cardiovasculares.
Suco de uva integral - fonte de resveratrol, um poderoso antioxidante presente na casca da uva. Atua "varrendo" os radicais livres do organismo, inibe a oxidação das gorduras e a agregação plaquetária, auxiliando na prevenção de doenças cardiovasculares.
Tomate - fonte de licopeno, um antioxidante da família da vitamina A. Seu consumo está relacionado à redução do risco de desenvolvimento de câncer de próstata, pulmão e estômago. O licopeno também pode ser encontrado em cápsulas.
Por Catharina Apolinário
Publicado por Cyberdiet.Terra
Postado por
ORACY
às
09:30
0
comentários
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Marcadores:
SAÚDE
Assinar:
Postagens (Atom)