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quarta-feira, 30 de março de 2011

Simone e Zélia Duncan


Nome das Coisas, Mário Prata

Outro dia fui comprar um abajur. A mocinha me olhou e perguntou:
- Luminária?
Eu olhei em volta, tinha uma porção de abajur.
- Não, abajur mesmo, eu disse.
- De teto?
Fiquei olhando meio pasmo para a vendedora, para o teto, para a rua. Ou eu estava muito velho ou ela estava muito nova.
- No meu tempo - e isso faz pouco tempo - o abajur a gente punha no criado-mudo, na mesinha da sala. E lá em cima era lustre.
- Lustre?
Descobri que agora é tudo luminária. Passou por spot, virou luminária.
Pra mim isso é pior que bandeirinha virar auxiliar de arbitragem, e passe (no futebol) chamar-se agora assistência. Quem são os idiotas que ficam o dia inteiro pensando nessas coisas? Mudar o nome das coisas? Por que eles não mudam o próprio nome? A mocinha-da-luminária, por exemplo, se chamava Mariclaire. Desconfio até que já tivesse mudado de nome.
Pra que mudar o nome das coisas? Eu moro numa rua que se chama Rodovia Tertuliano de Brito Xavier. Sabe como se chamava antes? Caminho do Rei. Pode? Pode! Coisa de vereador com minhoca na cabeça e tio para homenagear.
Mas lustres e abajur, gente, é demais.
Programação de televisão virou grade. Deve ser para prender o espectador mais desavisado.
Entrega em domicílio virou delivery. Agenda de correio, mailing. São os publicitários, os agentes de 'marquetingui'? Quer coisa mais bonita do que criado-mudo? Existe nome melhor para aquilo? Pois agora as lojas vendem mesa-de-apoio. Considerando-se a estratégica posição ao lado da cama, posso até imaginar para que tipo de apoio serve.
Antigamente virava-se santo, agora vira-se beato, como se já não bastassem todas as carolas beatas que temos por aí.
Mudar o nome de deputado para putado ninguém tem coragem, né? Nem de senador para sonhador. Sonhadores da República, não soa bem? E uma bancada de putados?
A turma dos dez por cento agora se chama lobista! E a palavra não vem de lobo, mas parece.
E por que é que agora as aeromoças não querem mais ser chamadas assim? Agora são comissárias. Não entendo: a palavra comissária vem de comissão, não é? Aeromoça é tão bom e terno como criado-mudo. Pior se as aeromoças virassem moças-de-apoio, taí uma idéia.
E tem umas palavras que surgem de repente do nada. Luau - Isso é novo. Quando eu era jovem, se alguém falasse essa palavra ou fosse participar de um luau, era olhado meio de lado. Era pior que tomar vinho rosê. Coisa de bicha, isso de luau.
Mas a vantagem de ser um pouco mais velho é saber que o computador que hoje todo mundo tem em casa e que na intimidade é chamado de micro, nasceu com o nome de cérebro-eletrônico. Sabia dessa? E sabia que o primeiro computador, perdão cérebro-eletrônico, pesava 14 toneladas? E que, na inauguração do primeiro, os gênios da época diziam que, até o final do século, se poderia fazer computadores de apenas uma tonelada?
Outra palavrinha nova é stress. Pode ter certeza, minha jovem, que, antes de inventarem a palavra, quase ninguém tinha stress. Mais ou menos como a TPM. Se a palavra está aí a gente tem de sofrer com ela, não é mesmo? No meu tempo o máximo que a gente ficava era de saco cheio. Estressado, só a turma do Luau.
E agora me diga: por que é que em algumas casas existe jardim de inverno e não jardim de verão?
E se você quiser mudar o nome desta crônica para lingüiça, pode.

Aviões Antigos


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Kleber Gladiador no Expresso da Bola - Ucrânia

A Rural Willys, "pai" dos atuais utilitários esportivos



A Rural Willys é um utilitário que foi produzido pela Willys Overland nas décadas de 50, 60 e 70 no Brasil. Na década de 1970, passou a ser produzida pela Ford do Brasil, que comprou a fábrica da Willys em 1967, mantendo inalterados o nome Rural e praticamente todas as características do veículo.

Foi lançado nos Estados Unidos em 1946 com o nome de Jeep Station Wagon, tendo sido o primeiro veículo do tipo com a carroceria toda em metal, em contrapartida às carrocerias de madeira, então comuns. Com pequenas diferenças, foi produzido também em outros países como o Japão, onde foi fabricado pela Mitsubishi, com o nome J37 e a Argentina, onde foi fabricado pela Kaiser e é conhecido como Estanciera. O modelo brasileiro foi redesenhado em 1958 utilizando como inspiração a arquitetura moderna de Brasília, em construção na época. Este desenho acompanhou a Rural até o encerramento de sua produção em 1977.

segunda-feira, 28 de março de 2011

ABBA - The Winner Takes It All Live - Legendado

Dicas de como controlar a pressão


De cada três brasileiros, um tem pressão alta. O problema é que muita gente convive com esse inimigo silencioso e perigoso sem saber. Aprenda a fazer uma medição correta e veja dicas de como diminuir o consumo de sal.

Fotografias e muita criatividade


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Carro movido à ar comprimido


Carro movido à ar comprimido


Cezar Taurion: como a colaboração pode mudar o planeta

domingo, 27 de março de 2011

Bread - The Guitar man

Caminito, Buenos Aires. Um museu a céu aberto


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El Caminito - uma das ruas mais pitorescas - e mais visitadas - de Buenos Aires. É considerado um museu à céu aberto.

África vista de cima


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Via Sérgio Simões

Orientações sobre sexo seguro. Antes de transar, consulte um Advogado


Você lembra do tempo em que "sexo seguro" significava usar camisinha para evitar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez? Esqueça, os bons tempos terminaram. Confira aqui as dicas para sexo seguro que um homem deve observar no maravilhoso mundo feminista moderno!
A coisa está ficando assim: sabe aquela gatinha que você conheceu na balada, que deu a maior mole, você convidou para um motel e ela topou?

Primeiro leve a garota à uma emergência hospitalar e solicite um teste de dosagem de álcool e outros entorpecentes, para evitar acusação de posse sexual mediante fraude. (Art. 215 CPB)

Depois passe com ela em um cartório e exija que ela registre uma declaração de que está praticando sexo consensual, para evitar acusação de estupro. (Art. 213 CPB)

Exija também o registro de uma declaração de que ela está praticando sexo casual, para evitar pedido de pensão por rompimento de relação estável. (Lei 9.278, Art. 7)

Depois vá a um laboratório e exija o exame de beta-HCG (gonadotrofina coriônica humana) para ter certeza que você não é o pato escolhido para sustentá-la na gravidez de um bebê que não é seu. (Lei 11.804 Art. 6)

No motel ou em casa, use camisinha e nada de "sexo forte" pra evitar acusações de violência doméstica e pegar uma Maria da Penha nas costas.
Além disso, você deve paparicá-las, elogiá-las, jamais criticá-las ou reclamar coisa alguma, devem ser perfeitos capachos, para não causar qualquer "sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral", sem que tenha obviamente os mesmos direitos em contrapartida.(Lei 11.340 Art. 5)

Na saída do motel leve-a ao Instituto Médico Legal e exija um exame de corpo de delito, com expedição de laudo negativo para lesões corporais (Art. 129 CPB) e negativo para presença de esperma na vagina, para TENTAR evitar desembolsar nove meses de bolsa-barriga caso ela saia dali e engravide de outro. (Lei 11.804 Art. 6)

Finalmente, se houver presença de esperma na vagina da moça, exija imediatamente uma coleta de amostra para futura investigação de paternidade (Lei 1.060 Art. 3 inciso VI) e solicitação de restituição de eventuais pensões alimentícias obtidas mediante ardil ou fraude. (Art. 171 CPB)

Fazendo tudo isso, você pode fazer "sexo seguro".
se ainda estiver interessado...

Usuário analisa diferentes modelos de GPS


Telespectador do Olhar Digital foi convidado a testar, nas ruas da cidade, três equipamentos com geolocalização

sábado, 26 de março de 2011

Tom Jobim e Dorival Caymmi, Maracangalha


Ensaio na casa do maestro Tom Jobim,preparando a gravação da canção "Maracangalha", de Dorival Caymmi (incluída no último CD lançado pelo artista em
1994, o ano de seu falecimento).
Estão presentes neste ensaio o autor Dorival (de chapéu de palha); seu filho Danilo Caymmi tocando flauta; Tom Jobim (também de chapéu de palha) ao piano; Paulinho Jobim num dos violões acústicos; Tião
Neto noutro violão acústico (bem atrás do maestro) e as
meninas do Coro: Miucha Adnet, Simone Caymmi (esposa de Danilo), Ana Lontra Jobim (esposa de Tom) e Paulinha Morelenbaum.

Avião de ataque A-10 em ação com visores noturnos (só restou o cachorro...)


ESTE É UM VÍDEO GRAVADO DA CABINE DE UM AVIÃO DE ATAQUE NORTE-AMERICANO, REPUBLIC A-10 THUNDERBOLT II, COM VISÃO NOTURNA.

OS QUATRO TERRORISTAS NÃO TÊM IDÉIA QUE ALGUÉM OS ESTÁ OBSERVANDO DE QUASE 2 MILHAS DE DISTANCIA.

O AVIÃO A-10 USA UM CANHÃO ROTATIVO DE 30MM.

VOCÊ PODE VER A CÂMERA QUE TREME COM O FOGO DO CANHÃO, APÓS CERCA DE 4 SEGUNDOS AS BALAS ATINGEM O ALVO . SÃO DEFLAGRADAS CEM DE BALAS. A VELOCIDADE DE SAÍDA NO CANHÃO DE 30MM É DE 2430 PÉS/SEG. (740M/SEG)

OBSERVE OS MOVIMENTOS CLAROS DE UM CACHORRO À DIREITA DA IMAGEM

Ado, goleiro da Seleção de 1970




Como é tratado no Brasil um campeão do mundo? Como foi o convívio entre um jovem estreante e os craques consagrados que conquistaram juntos a Copa de 1970? Como se comportava Pelé na concentração, ou minutos antes de começar outro jogo da Seleção mais aplaudida da história do futebol? Essas e outras questões são esclarecidas por Eduardo Roberto Stinghen, o Ado, um dos três goleiros convocados para defender o Brasil nos campos do México. Alto, forte, olhos azuis e longos cabelos louros, Ado ganhou o status de galã da Seleção e colecionou admiradoras anônimas ou famosas, como a atriz Leila Diniz.
Nesta entrevista, Ado também trata dos problemas financeiros e psicológicos enfrentados por craques despreparados para a aposentadoria. É o caso de Moacir, reserva de Didi na Copa de 1958, que sobrevive no Equador em condições dramáticas. No dia em que o Brasil foi eliminado da Copa da África do Sul, nada mais justo que reverenciar os campeões imortais.

Luz Del Fuego - clipe raro de 1949 (dançando com cobras)


O Fusca incrementado de Jorge Aragão

sexta-feira, 25 de março de 2011

Air Supply - Lost In Love (1979) e Even The Night Are Better (2004)



Air Supply é uma banda pop australiana formada em 1975 por Graham Russell e Russell Hitchcock, cantando canções que expressam uma forma suave e única de amor e sentimento em baladas românticas e modernas.

As 12 cidades mais populosas do planeta


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Rodrigo Baggio fala sobre inclusão digital e social

Sensacional propaganda da cerveja Sapporo

No ar, mais uma edição da Rádio Sucupira

Globo Reporter - Animais de Estimação











quinta-feira, 24 de março de 2011

Zeca Pagodinho - Faixa Amarela

Museu Aeroespacial do Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro


Seriados antigos - anos 60


Via Perboyre

Lifetime

Um porto diferente. Fotos históricas de escravos recém libertos


Imagem: Arquivo do projeto Monumenta

Quando estava trabalhando no site da Igreja Nossa Senhora das Dores, tive acesso aos arquivos fotográficos do IPHAN e do projeto Monumenta de Porto Alegre. O Monumenta é um programa federal de recuperação do patrimônio cultural urbano brasileiro, executado pelo Ministério da Cultura e financiado pelo BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento. Aqui em Porto Alegre, é responsável pelas obras de restauro da Biblioteca Pública do Estado, Igreja das Dores, MARGS e também sobre obras do patrimônio tombado da cidade. Claro que, com recursos, fica mais fácil resguardar a história da cidade, que também é repleta de documentos incríveis, como essas fotografias.
 
Conversando com Glaci Braga, numa manhã de trabalho nas Dores, descobri que o Monumenta tinha fotos de escravos libertos - os primeiros escravos libertos de Porto Alegre. Prontamente, ela conseguiu as fotos digitalizadas e me enviou os arquivos. Tive vontade de rir e chorar ao mesmo tempo, porque acho que a história tem sim que estar ao alcance de todos e porque jamais achei que iria ver imagens tão raras.


Imagem: Arquivo do projeto Monumenta

Essa aí é uma das imagens do nosso nada glamouroso porto, por onde chegavam mantimentos para quem morava na jovenzita Porto Alegre. Muita coisa chegava de barco ou navio - e as primeiras pessoas que tinham pouco - ou quase nenhum - dinheiro foram para as margens do Guaíba, mais especificamente para a Ilha dos Marinheiros, onde a população ainda hoje é grande. E ainda bem necessitada de amparo. As vilas de Porto Alegre também tem muita falta de infra-estrutura, saneamento básico, planejamento urbano, mas nada comparado ao que conheci nas ilhas, nosso primeiro reduto de miséria da cidade.

 Imagem: Arquivo do projeto Monumenta

Na época da Abolição da Escravatura, os escravos passaram a poder ser fotografados. Mas com uma restrição: sem sorrir. As fotos deveriam ser apenas documentais. As fotos, normalmente, eram tiradas no dia da libertação deles. Esse casal me comove. Estão unidos, segurando as mãos, mas com um olhar perdido, desnorteado.
A seguir, algumas das fotos que os fotógrafos da época registraram. Para quem quiser ver maior, é só clicar nas imagens.




Imagens: Arquivo do projeto Monumenta

Se tu ampliares esta última, vai ver as muitas marcas no rosto do escravo recém-liberto. E essa aqui de baixo... não tem palavras para descrever. Lembrem-se: não era permitido que os escravos sorrissem para a câmera.
Via http://oportuario.blogspot.com/2011/03/um-porto-diferente.html

quarta-feira, 23 de março de 2011

Diana Ross & Julio Iglesias - All Of You

Vote na Web. Um exercício de cidadania. Vote e seja ouvido




Um site para você se aproximar das decisões do
Congresso Nacional que afetam diretamente a sua vida.

Com o intuito de usar a tecnologia para desenvolver ferramentas que promovecem o engajamento cívivo, Fernando Barreto fundou há um ano a Webcitizen. Em 14 de novembro, saiu do papel o primeiro projeto da empresa: o Vote na Web. No site, qualquer cidadão pode opinar sobre os projetos de lei que tramitam nas duas casas do legislativo e acompanhar como votaram os parlamentares. Outra proposta é traduzir os projetos para uma linguagem compreensível, tornando-os mais transparentes. Em dois meses de existência, o Vote na Web computou mais de 8 mil votos. Entre os 110 projetos cadastrados, alguns são considerados utópicos pelos internautas, como por exemplo o que defende a implantação da Banda Larga em todo o território nacional. Outros, entre eles o que pretende estampar a bandeira do Brasil nos uniformes escolares, são vistos como bizarros. Para Barreto, discussões como essas são uma forma de sair do patamar da crítica simples e da democracia eleitoreira, para atingir algo mais construtivo. Com o fim do recesso parlamentar, em fevereiro, a ideia é que a maior parte dos projetos em tramitação no Congresso já esteja acessível aos usuários do site.
http://www.votenaweb.com.br/

Cancun, México


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Via jmsoluçoes

O prefeito do Rio Eduardo Paes fala sobre o centro de operações da prefeitura



Prefeito tem uma sala no local, caso seja necessária sua presença. Para Paes, o centro de operações da Cet-Rio ajuda a salvar vidas e prevenir acidentes.
Em parceria com a IBM, a Prefeitura do Rio de Janeiro construiu o mais moderno Centro de Operações do mundo. Técnicos de 30 órgãos públicos e concessionárias responsáveis pelos mais variados tipos de serviço.

Viagem de Motor-Home pelo Planeta afora

segunda-feira, 21 de março de 2011

Taiguara - Universo No Teu Corpo

Astrônomo Victor D'Ávila revela detalhes sobre o comportamento do sol


Cientista conta curiosidades sobre o comportamento do sol em relação aos outros planetas.

Tiago Pereira fala sobre o projeto #doepalavras


Um movimento para levar mensagens de força aos pacientes com câncer do Instituto Mário Penna e também, a outros hospitais. Participe.
Acesse o site: http://www.doepalavras.com.br/

Tragédias no Japão servem de alerta para outros países


Os acidentes nucleares ocorridos no Japão deixam muitas dúvidas sobre a segurança desse tipo de energia. Especialistas discutem riscos e aprendizados que envolvem a tragédia japonesa e alertam para mudanças mundiais na produção de energia nuclear.

É proibido - Pablo Neruda

É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.


Via Sérgio Simões

Trancoso e Arraial D'Ajuda se tornam pontos de encontro de turistas


Os antigos vilarejos baianos foram fundados por jesuítas no início da colonização do Brasil. Os dois lugares abrigam uma natureza exuberante e atualmente oferecem ótimas opções de lazer e boa estrutura turística, como praias, hotéis e restaurantes.

sábado, 19 de março de 2011

Beth Carvalho e Mercedes Sosa

As Três Fronteiras: Brasil, Paraguai e Argentina


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O Brasil na visão dos americanos ( 60 Minutes) - O ORIGINAL

Imóvel na Planta. Tem maluco pra tudo...


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Expresso da Bola - Gêmeos Fábio e Rafael


Caça submarina com mergulho livre. Imagens BBC

sexta-feira, 18 de março de 2011

Zé Ramalho - Admirável Gado Novo ( Ao Vivo )

História Robinho no Futsal, Sportv Repórter

Kelly Slater - Entrevista Esporte Espetacular


NEW Zealand 2010 with Christoph del Bondio


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Via Cdbchristoph

No ar, mais uma edição da Rádio Sucupira

París, a Cidade Luz


Le Flâneur (music by The XX) from Luke Shepard on Vimeo.
Cerca de duas mil fotos foram usadas neste projeto de Luke Shepard, um estudante da Universidade Americana de Paris. AQUI há uma entrevista com ele.

Aumente o som e assista em tela cheia.

Livros falados: uma alternativa para quem não tem acesso às obras impressas



Os livros são fontes inesgotáveis de conhecimento. Por meio deles aprendemos coisas novas, ampliamos o nosso vocabulário, estimulamos nossas potencialidades e até relaxamos ao “viajar” pelas mais variadas histórias e informações. Diante disso, o Blog Educação traz como dica para esta semana a Audioteca Sal & Luz, uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros) para pessoas cegas ou com deficiência visual, proporcionando a elas o acesso gratuito a estes importantes instrumentos de aprendizado.


No acervo da instituição é possível encontrar mais de 2.700 títulos, que vão desde literatura e didáticos, passando por temas religiosos até textos e provas corrigidas de concursos públicos em geral. Os materiais estão disponíveis em fita K7, CD ou MP3.


Para fazer o empréstimo é preciso que a pessoa se torne um associado, por meio do preenchimento de um cadastro encontrado no site da instituição. Cada associado poderá receber um total de 18 fitas ou cds por remessa e o prazo de empréstimo é de 30 dias, podendo ser prorrogado, se solicitado com antecedência. Atrasos na devolução dos livros podem, no entanto, ocasionar restrições aos empréstimos futuros ao associado.


Os pedidos podem ser feitos por e-mail, carta, telefone ou pessoalmente na sede da audioteca, no Rio de Janeiro (Rua Primeiro de Março, 125- Centro), ficando a critério da pessoa retirá-los diretamente na instituição ou recebê-los em casa por meio de “cecograma”, um serviço gratuito dos Correios e Telégrafos. A devolução deve ser feita pelo mesmo processo.


Para saber mais, acesse: http://www.audioteca.org.br


Por Cleide Quinália / Blog Educação com informações da Audioteca Sal & Luz

quinta-feira, 17 de março de 2011

Titãs - É Preciso Saber Viver

Os benefícios do chá verde

Análise do novo navegador Internet Explorer 9

Maritaca "adota" aposentado no sul de Minas


O amizade entre Seu Antônio e a ave começou há mais de dez anos no município de Estiva, no sul de Minas Gerais. O animal faz companhia ao dono na rua e até ataca outras pessoas que se aproximam para falar com o aposentado.

Humorista Leonardo Reis é um gigante da comédia stand up


Ele é anão e venceu a etapa sudeste do primeiro Campeonato Brasileiro de Stand Up

Laura Müller diz se é normal sentir tesão em plantas e árvores


Sexóloga também comenta sobre a necessidade de uma pausa após o orgasmo

Dicas para comprar seu novo computador


Saiba como escolher uma computador que atenda às suas necessidades e fique dentro do seu orçamento.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Beth Carvalho - VouFestejar (Com a Bateria da Mangueira)

Nicholas Winton, o herói anônimo da Segunda Guerra


Sir Nicholas Winton (19 de maio de 1909) é um britânico que organizou o resgate de 669 crianças judias na antiga Tchecoslováquia, salvando-as da morte certa nos campos de concentração nazistas antes do início da Segunda Guerra Mundial.
Comovente matéria exibida no programa Fantástico em 23/12/2007.

Calendário de jardinagem dá dicas dos melhores meses para plantar e fazer podas


Veja um apartamento decorado de acordo com o que ensinado.
O calendário é elaborado pelo São Paulo Garden Club e ensina fundamentos básicos como 'A planta certa no lugar certo'. Ele dá dicas que vão desde a luminosidade até a valorização do espaço.

Os Ladrões, ótimo texto de Mário Prata

Definitivamente não se fazem mais ladrões como antigamente. Meneghetti, Sete Dedos. Eram homens de bens, conhecidos, respeitados. Poucos, mas bons. Profissionais. Alguns assaltavam de terno e o colarinho não era branco. Sapatos engraxados.

Em primeiro lugar, não eram assassinos. Não entravam nos lugares dando tiro pra tudo quanto é lado. E nem estupravam. Muito menos batiam. Respeitavam as vítimas. Um deles, o Bandido da Luz Vermelha, andou transando com algumas das assaltadas. Mas por que era belo, educado, sabia fazer a coisa. Muitas se apaixonavam por ele. Pediam para ele voltar. Eram ladrões de Primeiro Mundo, primeiro time. Gente fina mesmo.

Os ladrões de antigamente apenas roubavam casas. Usavam pé-de-cabra, lanterna e máscaras. Quer coisa mais romântica do que um ladrão de máscara? Mas não eram essas meias de mulher que os ladrões de hoje usam. Eram máscaras mesmo. Como as do Zorro. Preta, cobrindo só o rosto. A boca livre para o diálogo, um sorriso e um muito obrigado. Alguns, mais sofisticados, usavam máscara dourada. O Brasil era um baile à fantasia, naquele tempo.

Eram profissionais da gatunagem. Agiam sorrateiramente, como gatos. Daí o simpaticíssimo nome de gatunos. Ou larápios. Ou, para ir mais longe, amigo do alheio. E não inimigo, como hoje em dia. Eram respeitados pelos vizinhos. Tinham família, pagavam Imposto de Renda. Não se drogavam. Não roubavam dos pobres e nem dos camelôs.

Eram organizados. Faziam planos, estudavam a casa a ser assaltada, trabalhavam só na calada da noite, de preferência com Lua Cheia. Eram hábeis, não arrebentavam nada, não quebravam. Fechavam a gaveta, depois.

Também assaltavam bancos. Mas sem seqüestros, tiroteios ou tapa na cara. Vez ou outra, um trem pagador. Alguns, nem armas usavam. Era no gogó mesmo.

Naquele tempo a prisão de um ladrão era caso raro e bem noticiado. Ele dava entrevistas de cabeça erguida e não falava menas. Tinha – aqui no Brasil – ladrão de origem italiana, japonesa e até argentinos.

Eram poucos os nossos ladrões. E eram presos, julgados e condenados. Tudo dentro da lei, da ordem e do progresso.

Hoje são muitos os nossos ladrões. E não são presos, nem julgados e nem condenados. Vários deles são candidatos a cargos públicos e eleitos. E ai de quem chamar algum deles de nefasto. Esse sim, é condenado.

Hoje usam colarinho branco ou azul clarinho. Não roubam mais casas e nem usam máscaras, apesar de serem mascarados e nunca desmascarados.

Hoje temos dois tipos de ladrões no nosso Brasil. O que rouba milhões e o que rouba migalhas. Os primeiros, profissionais. Os segundos, a cara do País. São incapazes de roubar um toca-fita sem destruir todo o painel do carro. Não conseguem nada sem porrada. Tremem na hora do trabalho. Matam por migalhas. Fazem cocô no meio da sala, só de sacanagem. Amadores com dor de barriga.

Os ladrões dos milhões são bem mais sofisticados. Matam indiretamente. Jamais apertam um gatilho. Preferem supervalorizar obras. Como viadutos, que servem para abrigar os ladrões das migalhas.

Não se rouba em quantias, mas sim em porcentagens. Não usam mais o pé-de-cabra, nem são mais cabras da peste. São apenas uma peste. 
Mário Prata

Saiba como está a vida dos presidentes depois do poder


Os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso contam como enfrentaram o dia a dia depois de ocupar o cargo máximo do poder no Brasil.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Aquarela brasileira - Silas de Oliveira

O preparador físico José Rubens D'Elia fala sobre o problema de se ficar muito tempo sentado


Ficar muito tempo sentado pode fazer mal para o seu corpo. O preparador físico José Rubens D'Elia tira as dúvidas que foram recebidas pela internet.

Shanghai Expo Closing Ceremony - Sensacional!!!

Proteja e oculte pastas confidenciais do seu computador com total segurança

É inegável que arquivos de proteção são muito necessários para usuários que dividem seus computadores com irmãos menores ou outros colegas de máquina. Por isso My Lockbox torna-se uma ferramenta essencial para quem deseja esconder seus documentos de outras pessoas. O melhor de tudo é a maneira eficiente e descomplicada com que tudo é realizado.
Em uma interface básica de apenas uma janela, o My Lockbox é muito recomendado para usuários com menos experiência, que possuem dificuldades para criar pastas ocultas e encriptá-las posteriormente. Mas mesmo usuários avançados devem gostar do aplicativo, pois o tempo economizado com a utilização do My Lockbox é realmente um ponto muito positivo.

Segredos todo mundo têm, e no mundo virtual não é diferente. Formas de proteção existem aos montes, mas no caso especial das pastas e documentos de nossos computadores ela não é muito completa. Por mais que se possa ocultar uma pasta, por exemplo, pessoas com maior conhecimento saberão como acessa-la sem maiores dificuldades. O My Lockbox é um programa que promete mudar esta situação.
Na prática, o programa adiciona senhas para acesso às pastas configuradas, tanto para bloqueio como desbloqueio do seu conteúdo. Adicionalmente, ainda há implementação de ocultação avançada, onde nem mesmo o administrador do computador consegue a achar – e isto também incluí a busca pela rede.
A utilização do programa é simples. No ato da instalação define-se a senha principal para controle, e depois de instalado, na tela principal do programa, quais pastas serão protegidas por este além de que forma serão protegidas e por qual senha (que pode ou não ser igual à senha principal).
Tela principal do My Lockbox
Tela principal do My Lockbox
Vale ressaltar também que a proteção é instantânea, logo não precisa reiniciar o computador para entrar em ação. Total compatibilidade com sistemas operacionais de 64 bits e, além disto, é gratuito e personalizavel no quesito visual.
Bacana, não?  A unica limitação é o número total de pastas que podem ser protegidas simultaneamente, levando à versão paga (Pro) caso o usuário realmente precise mais.  Opções avançadas de configuração também estão disponíveis.
Clique para fazer o Download    http://www.baixaki.com.br/download/my-lockbox.htm
Via technow.ws

Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras é modelo de construção sustentável


A construção custou quase R$ 2,5 bi e chama atenção não só pelo tamanho mas também pelo respeito aos princípios da ecoeficiência. Conheça também a primeira Câmara de vereadores do país a aproveitar energia dos ventos para reduzir os gastos públicos.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Paul McCartney - The Long And Winding Road

As mais incríveis brigas da TV Brasileira


Kiran Bedi: Uma chefe de polícia diferente


Legendas em português, clique em View Subtitles e escolha o idioma

Escutatória. Você sempre vê anunciados cursos de oratória, nunca vê anunciado curso de escutatória.

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória.
Todo mundo quer aprender a falar... Ninguém quer aprender a ouvir.
Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular.
Escutar é complicado e sutil.
Diz Alberto Caeiro que... Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas.
Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.
Parafraseio o Alberto Caeiro:
Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito.
É preciso também que haja silêncio dentro da alma.
Daí a dificuldade:
A gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor...
Sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.
Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração... E precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.
Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade. No fundo, somos os mais bonitos...
Pensamentos que ele julgava essenciais são-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir... São duas as possibilidades:
Primeira: Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado.
Segunda: Ouvi o que você falou. Mas, isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou.
Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada.
O longo silêncio quer dizer: Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou. E, assim vai a reunião.
Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.
Eu comecei a ouvir.
Fernando Pessoa conhecia a experiência...
E, se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras... No lugar onde não há palavras.
A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.
No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos.
Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia... Que de tão linda nos faz chorar.
Para mim, Deus é isto: A beleza que se ouve no silêncio.
Daí a importância de saber ouvir os outros: A beleza mora lá também.
Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto.

Rubens Alves

Nosso futuro será assim?

No ar, mais uma edição da Rádio Sucupira, parceria da rádio CBN com as Organizações Odorico Paraguaçu de Comunicações!







Odorico Paraguaçu é uma cômica personagem ficcional genial criação do dramaturgo brasileiro Dias Gomes e vivido, na televisão, pelo ator Paulo Gracindo.

Apareceu pela primeira vez na peça de teatro Odorico, o Bem Amado ou Os Mistérios do Amor e da Morte, encenada pela primeira vez em 30 de abril de 1969 no Teatro de Santa Isabel, no Rio de Janeiro, com o ator Procópio Ferreira na pele da personagem.

Prefeito da cidade de Sucupira, o personagem se caracteriza por sua obsessão em inaugurar o único cemitério da cidade, construído como a principal promessa de sua campanha para prefeito, já que, sempre que morria alguém na cidade, o corpo devia ser levado para a cidade vizinha para ser enterrado. O problema de Odorico é que, após a inauguração do cemitério, ninguém mais morria. Desesperado, esta situação fez com que tomasse iniciativas macabras para concretizar sua promessa, provocando cômicas situações. No final, Odorico Paraguaçu é morto por Zeca Diabo (Lima Duarte/José Wilker) e inaugura o cemitério e de vilão passa a mártir.